quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Thank God It's Friday, or not?


"Obrigado Senhor" - Written by Luciano Pires (Personal Trainer de Fitness Intelectual)
... and
"Games people play, always" - Re-Written by Nelson Barbosa Jr (Não o ministro) Personal Engessado e Fitness somente para os "meios" intelectuais
Cena 1: Na abertura da da palestra dele (do Luciano) "TUDO BEM SE ME CONVÉM", ele mostra um lance da Copa do Mundo de 2014, no jogo de abertura contra a Croácia, quando o centroavante Fred se joga dentro da área e cava um pênalti. O lance é exibido sob vários ângulos e em câmera lenta, deixando claro que não foi pênalti. Mas o juiz foi enganado pelo jogador, marcou a falta. Gol do Brasil e primeira vitória naquela Copa de triste memória.
A melhor imagem é o Fred, com os dedos levantados para o céu, agradecendo a Deus pela jogada… – Obrigado Senhor, por ter me ajudado a dar um "balão" no juiz.
Bem, gol de pênalti vale, mesmo que não tenha sido pênalti, como vale também, gol de falta, mesmo que não tenha sido falta e ainda, vale gol, mesmo que não tenha sido gol, pois que manda é o Juiz e, se o Juiz disser que foi, foi e acabou! Mesmo que o Juiz esteja sendo enganado ou enganando que esteja sendo enganado!
Mas, será que vale tudo para atingir seus propósitos?
Cena 2: No filme SICÁRIO, com Emily Blunt e Benício del Toro, que concorre ao Oscar este ano, há uma cena semelhante às aquelas que aparecem em dezenas e milhares de outros filmes: o bandido em sua mansão, jantando placidamente com a família e curtindo sua riqueza, sem se importar que para isso tenha destruído outras famílias ou, mais de 200 milhões de pessoas e com poucas chances de recuperação para os próximos 20 anos.
Para eles, não existem questões morais pois, manda quem pode, quem tem mais força e quanto mais poder melhor e, obedece sempre, quem tem mais juízo!
Aquele bandido conquistou seu propósito: garantir uma vida confortável para sua família, sem se questionar moralmente sobre o que ou como fazer para chegar lá. Para o bandido, não existe certo e errado, existe sucesso ou fracasso. Ele é temido, idolatrado e protegido pela mesma sociedade que oprime.
Ontem eu me divertia com meus pensamentos insanos e, com a insanidade de colocar fogo naquele hospital ou pegar cada um daqueles "pseudos" profissionais e impala-los ao estilo (copiado) romano. Porém, até que ponto é justo passar das fantasias para a realidade? Depende de quanto a "real" fantasia lhe trouxer de benefícios materiais, já que os morais são supérfluos...
Cena 3: Num talk-show americano, uma comentarista falando sobre a corrida presidencial dos Estados Unidos, desdem do magnata Donald Trump que, durante muito tempo, foi uma piada para os próprios americanos, alegando que o sujeito pode ser o provável candidato dos republicanos à sucessão de Obama.. Perguntada sobre como é que um candidato desbocado, preconceituoso, beligerante e grosseiro conseguiu todo aquele sucesso político, ela respondeu de forma simples e brilhante: – O povo não está se importando com o que Trump diz ou deixa de dizer, pensa ou deixa de pensar. Faz ou deixa de fazer! O que importa é que ele é um vencedor.
É isso que as pessoas querem, um vencedor, seja esse pelos meios forem...
Troco aqui o título para:
"Os fins justificam os meios" - No-Written by Nelson Nicolau Maquiavel Barbosa Jr., Personal Pensador Pessoal Comigo Mesmo Agora
Cena 4: Na primeira temporada da série Game Of Thrones, Tyrion Lannister, o anão, está sob custódia de Lady Arryn, que vai condená-lo pelos crimes cometidos. Ele, com uma boa lábia, consegue convencê-la que deve ser julgado numa luta. Se perder, será condenado e se ganhar, será libertado (note-se bem, ele já seria condenado de antemão, mas quando ela concorda, o jogo muda e mudam-se as regras). Espertamente, ele chama outra pessoa para lutar em seu lugar. O mercenário Bronn se apresenta e parte para a luta contra o melhor cavaleiro de Lady Arryn, Vardis Egen. Porém, mais astuto do que nobre, Bronn se esquiva o tempo todo, cansando o cavaleiro com a sua armadura, até matá-lo. Quando Bronn olha para Lady Arryn, ela diz:
– Você não luta com honra!
E Bronn responde:
– Não!
E aponta o cadáver do cavaleiro, dizendo:
– Mas ele lutou…
Percebeu a grande jogada?
Quando as pessoas não se importam com o que você diz ou faz, desde que você seja um vencedor, esse se torna o padrão moral e ético de uma sociedade, não interessa que partido, cor, religião, time de futebol ou quadrilha você pertença.
Assim, fica fácil justificar o Fred, o Maradona e la mano mágica de Dios, as cuecas milionárias, os mensalitos e mensalões, petrolão e BNDSÃO, decisões jurídicas compradas nos três níveis e, comprados os três níveis de governo. Dinheirito sujo para o futuro da "sinistra" latino-americana, falcatruas no imposto (indevido) de renda (indevida), o "dindin" do cafezinho ou da cervejinha para ver se "a coisa" anda mais rápido, o três plex do marujo, dois barcos sem rumo e um sítio sitiado, etc!
Retorno ao título original adicionando um "Yeah!!":
"Obrigado Senhor" - Written by Luciano Pires (Personal Trainer de Fitness Intelectual)
Porém, acredito que esse ainda, poderia ser trocado para:
"La Mano de Dios que opera sobre todos nosotros" - Written by Nelson Barbosa Junior, que não Written porra nenhuma e muito menos dá Trainer para intelectual nenhum...
Qualquer semelhança não é mera coincidência, é a pura realidade!