quinta-feira, 9 de abril de 2026

 

HISTÓRIAS PARA BOI DORMIR I - GALO é igual a 50?

Outro dia eu estava explicando exatamente isso para um cara, enquanto aguardava o borracheiro consertar o meu pneu.

Ele dizia (o cara) ter tido uma "7Galo" (Honda CB 750cc Four) e patati-patata. Falou, falou e no meio do papo eu perguntei se ele sabia o porquê “da” moto ser apelidada de 7Galo?

Ele entortou a cara, resmungou e disse:

 - Porque... porque? Porque é 50 de 750! Galo é 50! 

- Ok! Grande, isso eu sei. Mas por que Galo?

- Porque Galo é 50. Já disse!

- Ok Bicho! Mas por que galo é 50? 

- Pô! Porque é...

- Não é porque é! Tem que ter um motivo!!!

O cara ficou com cara de paisagem e eu expliquei...

(Senta que lá vem história...)

Eu também tive uma 750, infelizmente, só por 3 ou 4 meses (até ela quebrar e eu não ter dinheiro para consertar) ...

Naquela época a gente fazia muito rolo com motos. Motos, aparelho de som, discos, prancha de surfe, carrinho de rolimã, papagaio (pipa) ou qualquer coisa que você tinha e não queria mais, ou queria outra coisa que, não tinha. Meu primo do Rio trocava tênis usado! Camiseta Hang Ten, óculos de sol e qualquer coisa que pudesse trocar. Lembrando que nessa época não se podia importar nada! Aqui em São Paulo ninguém fazia isso com roupas ou tênis, mas eu troquei um Converse All Star, por um Pro Keds que ninguém tinha!

All Star já era difícil ou alguém que ia viajar trazia ou a gente comprava na Rua das Palmeiras no centro de São Paulo. Tudo importado!  A moda começou a pegar aqui, e trocávamos skate, raquete Wilson  , bolinha Spalding,  bola de Basquete, de “capotão”, etc... Rolava o maior “troca-troca” (sem malícia aí, ô meu!!), o difícil era "rolar" dinheiro mesmo, era mais rolo de coisas. Por exemplo, eu saí de uma Yamaha RD 75cc em 1975, para uma 7Galo em 1977. Minha primeira moto mesmo, eu ganhei em novembro de 1974. Achei que fosse um presente de natal antecipado. Meu pai tinha um amigo na recém-inaugurada, Yamaha do Brasil em Guarulhos e eu ganhei uma Yamaha RD 50cc (eu acho que quem ganhou foi ele, o meu pai, mas ele me deu de presente, ou nem deu, mas deixou que eu usasse o “brinquedinho”. Isso nunca ficou muito claro se a moto era minha ou não), mas mesmo assim, eu fui uma das primeiras pessoas a ter uma “cinquentinha” da Yamaha (que, sei lá o porquê, nunca foi chamada de “galinho”). Infelizmente a moto deu problema depois de uns 3 meses, bem na época do meu aniversário (não me lembro muito bem o que aconteceu, mas ela pifou e nunca mais ligou). Meu pai levou a moto para esse tal amigo e eu acabei ficando sem moto (e sem presente). Sniff! Em 75, quando a Yamaha lançou a RD 75cc, eu ganhei outra novamente (a minha era uma vermelha). Como da primeira vez, também não foi muito oficial, mas essa, nunca mais saiu das minhas mãos (na verdade saiu, mas pelas minhas próprias mãos).  Bom, minha primeira moto então, foi mesmo a 75cc (eu nem me lembrava mais da RD 50), mas eu nunca tive a verdadeira “cinquentinha” (Honda CB 50cc importada que era a “coqueluche” da molecada), inclusive, foi em uma destas que aprendi a andar de moto, lá pelos idos dos meus 12 ou 13 anos. Depois dos meus 15 anos a gente fazia muito rolo de moto. Pegava moto quebrada ou sem peças, arrumava, ficava com ela algum tempo e “rolava” por outra. Da RD 75 passei para uma Honda CB 125cc japonesa, depois para uma Yamaha 350cc (a tal Viúva Negra). Essa sim metia bronca! 
Realmente, ela fazia jus ao apelido. Com o perdão da palavra, até a terceira marcha, ela andava na “bunda” da 7Galo, mas a “féla” não parava nem a pau. Ela matava tanto casados como solteiros (mais solteiros, no caso). A viúva era a própria moto, mas não sei porque viúva, já que ela era destruída junto com o “marido”. Não sobrava nada. A moto era uma desgraça, demorava muito para estancar. Se brecasse rápido, parava em uns 10 metros depois (dependendo da velocidade, nem parar, parava). Acho que também fiquei uns três ou quatro meses com ela. Graças a Deus, não iria sobreviver por muito tempo! Depois disso, acho que “rolei” para uma Honda 360 OHC (de tiozão). Não me lembro muito bem, mas acho que entre a 350 e essa 360, passei por uma Honda 400 Four vermelha (não sei se foi nessa ordem). Foi a primeira e única vez que vi uma 400 Four na vida, mas ela estava toda "bichada" e eu desfiz o negócio. Com a 360 eu só fiquei uns dois meses (ou nem isso)! Aí “rolei” para uma 7Galo. Era uma Honda CB750cc Four, acho que 71. Nesse meio tempo, acabei tendo uma CR 125cc da Honda vermelhona e velhona e depois, a minha grande paixão, uma Yamaha YZ125 branca e vermelha que subia até parede. Tive duas paixões em motos, a minha 75cc e essa YZ125 de 1974. Até que, infelizmente, acabei com ela em um treino de motocross. Quebrei o braço e perdi a moto. O braço não, eu quebrei o pulso! Tive uma fratura exposta “animal” que eu tenho as marcas até hoje. Acho que fiquei quase 1,5 ano engessado (nessa época, não dava muito para saber a relação de tempo. 3 meses pareciam anos e anos pareciam décadas). Mas eu fiquei muito tempo engessado. Uma “pá” de tempo. Fiquei enfaixado até cicatrizar fratura exposta e o rombo e disso, “anos” de gesso.  A única coisa boa em engessar o braço era poder brigar de gesso. (Hahaha! Eu virei um demônio na briga com o braço engessado). A moto foi para a concessionária com o “garfo” quebrado e eu nunca mais a vi. Eu devo ter feito negócio com ela, mas não me lembro de nada. Acho que além do braço quebrado, também quebrei a cabeça. Agora, acabei de me lembrar de um outro “causo”. Desta vez com a minha Honda 125. Eu vinha no “pau” para fugir da chuva que estava ameaçando e a moto “com o cabo tolado no último”, de repente, travou o motor. Eu deveria estar perto dos 120km/h, ou mais (ainda bem que eu não tinha mexido no motor desta moto como mexi na RD 75. Minha 75 dava pau em 125! Batia os 120/130 km/h. Mandei baixar o cabeçote em “.13” (Ponto13 – Nunca soube o que seria esse tal de “ponto 13”, mas só sei que a porra voava).  As pedaleiras eram em “V” para não raspar no chão (eu queria mesmo era ter corrido em Interlagos na categoria de 50cc, mas não tive chances). Voltando.... Sem brincadeira, quando travou o motor eu pensei que iria morrer! Acho que percorri uns 70 metros com as rodas travadas e sem poder mexer no guidão. A moto foi chegando cada vez mais perto da guia e quando chegou, eu caí. Ridículo! A moto estava quase parada quando bati na guia. Cai e quebrei o dedo do pé! O motor foi “para o saco” (e eu “rolei” de novo). Me lembro que botei a Honda 125, mais a grana da CR que eu tinha guardado e parte da minha mesada e, “rolei” em uma Viúva Negra bichada, que demorei uns 3 meses para conseguir um carburador novo, pois o dela estava ferrado. Depois disso, rolei para a 360 e depois, para a 7Galo. Tudo isso dos meus 14 até os 17 anos. Parecia que haviam se passado uns 10 anos, mas nada mais que uns 3 anos de rolo. Mas, como um bom TDAH, eu me perdi no assunto e o assunto é o tal GALO e 50 Pilas. Entao...

Vamos lá!

Nos idos dos anos 70, Galo (Cr$50 - 50 cruzeiros) representava uma caixa de fósforo cheia de maconha. 

Sim! Maconha! Maconha era mato naquela época. Em qualquer esquina tinha! Eu já estava com 15 anos e no Brasil, era uma época do final da era hippie, da contracultura, dos psicodélicos, da jovem guarda, dos Beatles, etc... Dos cabeludos, óculos redondos coloridos, lenço na cabeça, das roupas coloridas e floridas.  Era a época do LSD, do micro-ponto nas páginas das revistinhas do Tio Patinhas, dos chás de lírio, chá de beladona, chá de cogumelo e chá de sumiço! Além disso, tinham os optalidons e hipofagins que se comprava nas farmácias e eram tomados com bebida alcoólicas, normalmente, conhaque Dreher. Cocaína eu vi uma vez só, quando eu tinhas uns 17 anos, mas nunca foi a minha praia. Essa era a “vibe” dos “velhontros” (nessa nossa época, quem tinha mais de 20 anos já era velho). Tinha até uma música que dizia “não acredite em ninguém com mais de 30 (30 anos) ”. Pooooiiiis bem, nós “jovens”, que estávamos na idade dos 14/15 anos, éramos os "não coroas"! Estávamos bem na época de começar a fumar (na verdade, aprender a fumar sem morrer engasgado) e  passamos (nem todos) incólumes por essa aventura de adolescentes sem causas.

Dizem que essa história do tal "galo" veio do jogo do bicho, onde o Galo, que é do grupo 13, possui os números na casa dos 50. Mas eu não nunca acreditei nisso, pois os números do galo são 49, 50, 51 e 52 e, não iam chamar de “galo” somente o “cinquenta”. A origem deve ter sido outra, ou seja, isso é papo! Seja uma história (ou melhor, estória de antigamente) foi muito mal contada. Também tinha a gíria da “Perna” (Cr$100) que equivalia a um maço de cigarro cheio de maconha (todas essas gírias eram usadas para vender ou comprar maconha na época. Se alguém te contar algo diferente, é mentira. Isso era gíria de, como se dizia no Rio, “chincheiro”). No caso da “perna”, dizem que veio de uma história que o time do Vasco (RJ) ganhou uma vaca cujo valor era de Rs400 (400 réis), e como não tinha como dividir, alguém gritou para cada um ficar com uma "perna". Bem frauquinho isso. "Estorinha para boi dormir", com as pernas...

Continuando...

Um Duque (Cr$200) equivalia a uma lata/pote de margarina Delícia/Doriana e, por último, uma Quina (Cr$500), que era um saco de leite "tipo C" (todos os leites tinham o mesmo tamanho de saco - A, B ou C de 1 litro = 1kg), e em bom francês, "c'est fini"!

Acabou a “estória” e a “história”. Quem souber que conte outra...

Só quem viveu (e foi adolescente nessa época) sabe disso. O resto é lorota!

Ah!! O cara da 7Galo lá no borracheiro. Me esqueci dele! Bom, o gajo  nem sabia porque o cinquenta era chamado de “galo”. Ficou bravo e bateu o pé dizendo que 50 era galo e galo era 50 e não saiu daí!!

Somente mais uma criança que não sabe de nada! Um “moleque” de 50 anos! Pode Arnaldo?

Ser velho as vezes tem suas vantagens. Eu ainda não sei qual, mas tem!!

Beijos, fui...

sexta-feira, 27 de março de 2026


REVOLTADO OU CRIATIVO?!!!

(Texto Adaptado)

Há algum tempo recebi um convite de um colega para servir de árbitro na revisão de uma prova. Tratava-se de avaliar uma questão de Física, que recebera nota 'zero'. 

O aluno contestava tal conceito, alegando que merecia nota máxima pela resposta, a não ser que houvesse uma 'conspiração do sistema' contra ele. 

Professor e aluno concordaram em submeter o problema a um juiz imparcial, e eu fui o escolhido.

Chegando à sala de meu colega, li a questão da prova, que dizia: 'Demonstrar como pode-se determinar a altura de um edifício bem alto com o auxilio de um barômetro.' A resposta do estudante foi a seguinte:

'Leve o barômetro ao alto do edifício e amarre uma corda nele; baixe-oo barômetro até a calçada, medindo o comprimento da corda. Este comprimento será igual à altura do edifício.'

Sem dúvida era uma resposta interessante, e de alguma forma correta, pois satisfazia o enunciado.

Por instantes vacilei quanto ao veredito. 

Recompondo-me rapidamente, disse ao estudante que ele tinha forte razão para ter nota máxima, já que havia respondido a questão completa e corretamente. Entretanto, se ele tirasse nota máxima, estaria caracterizada uma aprovação em um curso de Física, mas a resposta não confirmava isso. Sugeri então que fizesse uma outra tentativa para responder a questão. 

Não me surpreendi quando meu colega concordou, mas sim quando o estudante resolveu encarar aquilo que eu imaginei lhe seria um bom desafio. Segundo o acordo, ele teria seis minutos para responder a questão, isto após ter sido prevenido de que sua resposta deveria mostrar, necessariamente, algum conhecimento de Física.

Passados cinco minutos ele não havia escrito nada, apenas olhava pensativamente para o forro da sala. Perguntei-lhe então se desejava desistir! (pois eu tinha um compromisso logo em seguida, e não tinha tempo a perder). Mas fiquei mais surpreso quando o estudante anunciou que não havia desistido. Na realidade, tinha muitas respostas e estava justamente escolhendo a melhor. Desculpei-me pela interrupção e solicitei que continuasse.

No momento seguinte ele escreveu esta resposta:

'Vá ao alto do edifico, incline-se numa ponta do telhado e solte o barômetro, medindo o tempo t de queda desde a largada até o toque com o solo. Depois, empregando a fórmula
h = (1/2)gt^2 calcule a altura do edifício.'

Perguntei então ao meu colega se ele estava satisfeito com a nova resposta e se concordava  em conferir a nota máxima à prova. Concordou, embora sentisse nele uma expressão de descontentamento, talvez, de inconformismo.

Ao sair da sala lembrei-me que o estudante havia dito ter outras respostas para o problema. Embora já sem tempo, não resisti à curiosidade e perguntei-lhe quais eram essas respostas.

"Ah!, sim," - disse ele - "há muitas maneiras de se achar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro."

Perante a minha curiosidade e a já perplexidade de meu colega, o estudante desfilou as seguintes explicações.

- "Por exemplo, num belo dia de sol pode-se medir a altura do barômetro e o comprimento de sua sombra projetada no solo. bem como a do edifício. Depois, usando uma simples regra de três, determina-se a altura do edifício."

- "Um outro método básico de medida, aliás bastante simples e direto, é subir as escadas do edifício fazendo marcas na parede, espaçadas da altura do barômetro. Contando o número de marcas ter-se a altura do edifício em unidades barométricas."

- "Um método mais complexo seria amarrar o barômetro na ponta de uma corda e balançá-lo como um pêndulo, o que permite a determinação da aceleração da gravidade (g). Repetindo a operação ao nível da rua e no topo do edifício, tem-se dois g's, e a altura do edifício pode, a princípio, ser calculada com base nessa diferença."

- e finalmente, concluiu, "se não for cobrada uma solução física para o problema, existem outras respostas. Por exemplo, pode-se ir até o edifício e bater à porta do síndico. Quando ele aparecer; diz-se:

'Caro Sr. síndico, trago aqui um ótimo barômetro; se o Sr. me disser a altura deste edifício, eu lhe darei o barômetro de presente.'"

A esta altura, perguntei ao estudante se ele não sabia qual era a resposta 'esperada' para o problema. 

Ele admitiu que sabia, mas estava tão farto com as tentativas dos professores de controlar o seu raciocínio e cobrar respostas prontas e decoradas,   com base em informações de livros escritas por alguém, e copiada diversas vezes,    mecanicamente arroladas, que ele resolveu contestar aquilo que considerava, principalmente, uma grande farsa.


RESPOSTAS BIBLIOGRÁFICAS:

 O Método Científico (Barometria)

Este método utiliza o princípio de que a pressão atmosférica diminui à medida que a altitude aumenta. O ar tem peso e, quanto mais alto você está, menos ar existe acima de você exercendo pressão.

Para calcular a altura, você deve:

Medir a pressão no nível da rua (P1).
Medir a pressão no topo do edifício (P2).
Utilizar a fórmula da variação de pressão para fluidos (considerando o ar como um fluido de densidade aproximadamente constante para altitudes pequenas):
 ▲P = p.gph

Onde:

▲P é a diferença de pressão (P1 - P2).
p(rho) é a densidade do ar (aproximadamente 1,225 kg/m3 ao nível do mar).
g é a aceleração da gravidade (aprox. 9,81 m/s2).
h é a altura do edifício.

Isolando a altura (h):

h = (P1 - P2)/(p.g)

atmospheric pressure decreasing with altitude, gerada com IA




 

 

QUESTÃO:

O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta’

Vários alunos justificaram suas opiniões baseados na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte:

Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas.

Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume.  Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume.

Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno?

Podemos assumir seguramente que, se uma vez que uma alma entra no inferno ela nunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo.

Para as almas que entram no inferno, vamos analisar nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia:

- Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno;

- Se você não cumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, você vai para o inferno;

- Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos concluir que todas as almas vão para o inferno, além disso, a experiência mostra que poucos acatam aos 10 mandamentos.

Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno.

Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno.

A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante.

Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.

Se nós aceitarmos o que a menina mais bonita da escola me disse no primeiro ano: ‘Só namorarei com você no dia que o inferno congelar’ e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa namorar com ela, então a opção 2 é falsa e, sendo assim, o inferno é exotérmico.’

O aluno tirou 10. O único da turma.

CONCLUSÕES:

1) ‘A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.’  (Albert Einstein)

2) ‘A imaginação é muito mais importante que o conhecimento.’ (Albert Einstein)

3) ‘Um raciocínio lógico leva você de A a B. Imaginação leva você a qualquer lugar que você quiser..’  (Albert. Einstein)

NOTA:

A Lei de Boyle (ou Lei de Boyle-Mariotte) explica como o volume e a pressão de um gás se comportam quando a temperatura é mantida constante. De forma simples: se você diminuir o espaço (volume) de um gás, a pressão dele aumenta; se aumentar o espaço, a pressão diminui.




Copiei
--- 27/02/2012 ---

- Pizzaria Google, boa noite!
- De onde falam?
- Pizzaria Google, senhor. Qual é o seu pedido?
- Mas este telefone não era da Pizzaria do...
- Sim senhor, mas a Google comprou a Pizzaria e agora sua pizza é mais
completa.
- OK. Você pode anotar o meu pedido, por favor?
- Pois não. O Senhor vai querer a de sempre?
- A de sempre? Você me conhece?
- Temos um identificador de chamadas em nosso banco de dados, senhor. Pelo que temos registrado aqui, nas últimas 53 vezes que ligou, o senhor pediu meia quatro queijos e meia calabresa.
- Puxa, eu nem tinha notado! Vou querer esta mesmo...
- Senhor, posso dar uma sugestão?
- Claro que sim. Tem alguma pizza nova no cardápio?
- Não senhor. Nosso cardápio é bem completo, mas eu gostaria de sugerir-lhe meia ricota, meia rúcula.
- Ricota ??? Rúcula ??? Você ficou louco? Eu odeio estas coisas.
- Mas, senhor, faz bem para a sua saúde. Além disso, seu colesterol não anda bom...
- Como você sabe?
- Nossa Pizzaria tem o banco de dados mais completo do planeta. Nós temos o banco de dados do laboratório em que o senhor faz exames também. Cruzamos seu número de telefone com seu nome e temos o resultado dos seus exames de colesterol. Achamos que uma pizza de rúcula e ricota seria melhor para sua saúde.
- Eu não quero pizza de queijo sem gosto e nem pizza de salada. Por isso tomo meu remédio para colesterol e como o que eu quiser...
- Senhor, me desculpe, mas acho que o senhor não tem tomado seu remédio ultimamente.
- Como sabe? Vocês estão me vigiando o tempo todo?
- Temos o banco de dados das farmácias da cidade. A última vez que o senhor comprou seu remédio para Colesterol faz 3 meses. A caixa tem 30comprimidos.
- Porra! É verdade. Como vocês sabem disto?
- Pelo seu cartão de crédito...
- Como?!?!?
- O senhor tem o hábito de comprar remédios em uma farmácia que lhe dá desconto se pagar com cartão de crédito da loja. E ainda parcela em 3 vezes sem acréscimo...Nós temos o
banco de dados de gastos com cartão na farmácia. Há 2 meses o senhor não compra nada lá, mas continua usando seu cartão de crédito em outras lojas, lojas, o que significa que não o perdeu, apenas deixou de comprar remédios.
- E eu não posso ter pago em dinheiro? Agora te peguei...
- O senhor não deve ter pago em dinheiro, pois faz saques semanais de R$ 250,00 para sua empregada doméstica.
Não sobra dinheiro para comprar remédios. O restante o senhor paga com cartão de débito.
- Como você sabe que eu tenho empregada e quanto ela ganha?
- O senhor paga o INSS dela mensalmente com um DARF. Pelo valor do recolhimento dá para concluir que ela ganha R$ 1.000,00 por mês. Nós temos o banco de dados dos Bancos também.
E pelo seu CPF...
- ORA VÁ SE DANAR !
- Sim senhor, me desculpe, mas está tudo em minha tela. Tenho o dever de ajudá-lo. Acho, inclusive, que o senhor deveria remarcar a consulta que o senhor faltou com seu médico, levar os exames que fez no mês passado e pedir uma nova receita do remédio.
- Por que você não vai à m....???
- Desculpe-me novamente, senhor.
- ESTOU FARTO DESTAS DESCULPAS. ESTOU FARTO DA INTERNET, DE COMPUTADORES, DO SÉCULO XXI, DA FALTA DE PRIVACIDADE, DOS BANCOS DE DADOS E DESTE PAÍS...
- Mas senhor...
- CALE-SE! VOU ME MUDAR DESTE PAÍS PARA BEM LONGE. VOU PARA AS ILHAS FIJI OU ALGUM LUGAR QUE NÃO TENHA INTERNET, TELEFONE, COMPUTADORES E GENTE ME VIGIANDO O TEMPO TODO...
- Sim, senhor...entendo perfeitamente.
- É ISTO MESMO! VOU ARRUMAR MINHAS MALAS AGORA E AMANHÃ MESMO VOU SUMIR
DESTA CIDADE.
- Entendo...
- VOU USAR MEU CARTÃO DE CRÉDITO PELA ÚLTIMA VEZ E COMPRAR UMA PASSAGEM SÓ DE IDA PARA ALGUM LUGAR BEM LONGE DE VOCÊ !!!
- Perfeitamente...
- E QUERO QUE VOCÊ ME ESQUEÇA!
- Farei isto senhor... ...(silêncio de 1 minuto)
- O senhor está aí ainda?
- SIM, PORQUE? ESTOU PLANEJANDO MINHA VIAGEM...E PODE CANCELAR MINHA PIZZA.
- Perfeitamente. Está cancelada. ...(mais um minuto de silêncio) - Só mais uma coisa, senhor...
- O QUE É AGORA?
- Devo lhe informar uma coisa importante...
- FALA, CACETE...
*O seu passaporte está vencido.* postulemos que as almas existem, assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume . Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume.

 PROBLEMAS?


A vida me ensinou que para cada problema complexo existe uma solução
banal, simples, objetiva e elegante...


Que não funciona!

sábado, 31 de dezembro de 2022

Bolsonaro

 O vídeo da despedida!