Antes de mais nada, entenda o que é “febre”!
A temperatura corpórea ideal varia
entre 36ºC e 36,7ºC. Mais baixa pela manhã e mais alta no fim da tarde ou à
noite.
Alterações de até um grau são
aceitáveis em condições normais (nas mulheres, após a ovulação, durante o ciclo
menstrual e no primeiro trimestre da gravidez, ocorre uma elevação natural da
temperatura).
Febrícula: de 36,8ºC a 37,4ºC
Febre: acima de 37,5ºC
Febre mediana: de 37,6 ºC a 38,9ºC
Febre alta: de 39ºC a 41ºC
Hiperpirexia: acima de 41ºC
* A hiperpirexia é uma emergência
médica porque se aproxima do limite máximo compatível com a vida humana.
Observações:
- Temperatura no ânus ou dentro do
ouvido maior que 38,0°C;
- Temperatura na boca maior que
37,5°C;
- Temperatura nas axilas maior que
37,2°C.
A única maneira de saber se uma
pessoa está com febre é medir sua temperatura com um termômetro. A maneira mais
usual de aferi-la é colocar o bulbo do termômetro nas dobras das axilas e só
retirar depois de "cinco" minutos para fazer a leitura. A temperatura
pode ser medida também no interior da boca ou do reto, parte do intestino
grosso que termina no ânus. Nessas áreas, ela costuma ser um grau mais alto do
que a medida nas axilas.
Dengue
Doença: Dentre as três, é a mais
conhecida e presente no Brasil. O país vive hoje uma epidemia da doença com
367,8 casos para cada 100 mil habitantes registrados até o dia 18 de abril.
Transmissão: O vírus da dengue é
transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti (presente em áreas urbanas) e
aedes albopictus (presente em áreas rurais)

Sintomas: Febre alta (geralmente dura de 2 a 7 dias), dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Nos casos graves, o doente também pode ter sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura. Em casos extremos, a dengue pode matar - até 18 de abril foram registrados 229 óbitos.
Tratamento: A pessoa com sintomas da
dengue deve procurar atendimento médico. As recomendações são para ficar de repouso
e ingerir bastante líquido. Não existem remédios contra a dengue. Caso apareçam
os sintomas da versão mais grave da doença (hemorragias, nasal, olhos, gengivas), é importante procurar um hospital ou centro de saúde, imediatamente.
Chikungunya
Doença: Até 18 de abril deste ano,
foram registrados 1.688 casos de chikungunya. Os primeiros casos “nativos” da
doença no Brasil apareceram em setembro do ano passado em Oiapoque, no Amapá.
Antes disso, já haviam sido detectados casos de pessoas que contraíram a virose
fora do país.
A origem do nome chikungunya é africana e significa “aqueles que se dobram”. É uma referência à postura dos doentes, que andam curvados por sentirem dores fortes nas articulações.
Transmissão: É transmitida pelos mosquitos aedes aegypti (presente em áreas urbanas) e aedes albopictus (presente em áreas rurais).
Sintomas: O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas: febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, as mortes são raras.
Tratamento: Como no caso da dengue, não há tratamento específico. É preciso ficar em repouso e consumir bastante líquido. Não é recomendado usar o ácido acetilsalicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.
Zika
Doença: A doença foi detectada na
Bahia e o Ceará, mas já se espalhou, em menos de dois meses , para todos os estados
do Brasil. A suspeita é de que ela tenha sido trazida ao Brasil durante a
Copa do Mundo de 2014 (Esse ano de 2016, temos as Olimpíadas!)

Existe um movimento para abolir o nome Aedes como um nome genérico e substituí-lo por Stegomyia, que atualmente é o nome do seu subgênero, mas não sei para que isso ou no que isso iria ajudar?
Sintomas: O vírus não é tão forte
quanto o da dengue ou da chikungunya e os pacientes apresentam um quadro
alérgico. Os sintomas, porém, são parecidos com os das doenças “primas”: febre,
dores e manchas no corpo.
Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de dor atrás dos olhos, vez por outras, conjuntivite.
Tratamento: Assim como nas outras
viroses, o tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e remédios que
aliviem os sintomas, porém, que não contenham ácido acetilsalicílico.
Febre Amarela
Doença: é uma doença
infecciosa grave, causada por vírus chamado flavivírus. A febre
amarela é uma doença infecciosa transmitida por mosquitos contaminados e ocorre na América Central, na América do Sul e
na África. No Brasil, no período de 1980 a
2004, foram confirmados 662 casos de febre amarela silvestre, com ocorrência de
339 óbitos, representando uma taxa de letalidade de 51% no período.
Transmissão: Mais uma vez, o aedes
aegypti e o aedes albopictus são os “vetores”. Ocorre nas Américas do Sul e Central,
além de em alguns países da África, transmitida em áreas urbanas ou silvestres.
Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a
evolução clínica são os mesmos, a diferença está apenas nos transmissores
(aegypti para áreas urbanas e albopicrtus para áreas silvestres).
Sintomas: Geralmente, quem
contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito
fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta,
calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de
três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve
período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências
hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações
hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e
adquire imunização permanente contra a febre amarela
Observação:
Em área "intermediárias", ou seja, urbanas, com desenvolvimento rural e agrícola e ainda, podendo estar envolto por área silvestre, é possível encontrar todos os "vetores" juntos, já que cada um, de certa forma, esta em parte, no seu ambiente preferido.
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INFORMAÇÕES GERAIS
AEDES - Subgêneros
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Rejected Names
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Rusticoidus
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Skusea
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Stegomyia
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Subgénero Uncertain
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Zavortinkius
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Gêneros de AEDES
Além dos famosos “aegypiti”, “albopictus” e o “polynesiensis”, já informado,
temos mais alguns abaixo:
temos mais alguns abaixo:
Desenvolvimento
Alimentam-se de frutas e flores onde encontram o carboidrato necessário para seus sustentos. As
fêmeas só se alimentam de sangue após serem fecundadas.
Na hora da postura, os ovos são brancos, após o contato com o ar, vão se tornando cada vez mais
escuros, tornando-se pretos após duas horas.
A larva, em contasto com a água, eclode em 30 minutos
Uma característica primordial para identificação das larvas, é que estas possuem
fotofobia e fogem da luz.
A fêmea deposita seus ovos perto (e não) da água, por isso é necessário que se vale o recipiente,
e não somente, remova a água.
O Macho possui a antena "emplumada"
AEDES
Aedes aegypti (presente em áreas urbanas) tem o tórax (que parece ser a cabeça
mas não o é) com riscas prateadas em forma de "lira"
Já o Aedes albopictus (presente em áreas rurais), possui em seu tórax
uma única risca prateada