quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Bloqueio do Whatsapp? Desbloqueie....

Entenda o problema:

O bloqueio do Whatsapp se deu hoje as 0h00 (ou 24h00) por meio de uma decisão da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, mantendo-se o autor em sigílo.

Justiça manda bloquear Whatsapp por 48 horas

Como é de praxe, em frauda de nenê, não se sabe o que vai sair!

Crimes "graves" acontecem todos os dias através de telefones. Porque não bloquear os telefones também? E se houver crime no metrô, vamos bloquear o Metrô?

Me desculpem se há problemas nas técnicas de investigação ou no rito do próprio judiciário, mas, para tentar resolver um problemas (que nem é possível, pois não existem tais registros), criou-se 100 milhões de outros!!

Parabéns tupiniquins....

Mas, vamos ao que interessa:

Para liberar o whatsapp em seu celular, baixem o (por exemplo) Betternet no Google Play (mas funciona com qualquer VPN), instalem e rodem. Depois é só executar o Whatsapp normalmente!

Para acessar o Whatsapp Web, baixem o Private Tunnel (Também pode funcionar com qualquer VPN). Fechem todos os navegadores e executem a instalação. Confirme em seu email, execute o software e escolha um servidor fora do Brasil. Depois de logado é só abrir o navegador, acessar whatsapp web e utilizar normalmente. Veja a imagem abaixo com minha conversa com a minha prima e o horário, depois o print screen da página do Whatsapp Web.






Bom, estamos conectados desde às 0h30 desta madrugada do mesmo jeito!



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O Estado Islâmico (aqueles radicais) é somente um estado de "coisas". Temos outras "coisas" pervertendo o estado de nossas crianças e nem damos conta destas "coisas"!

"...muitos docentes podem de fato crer que contribuem para a formação ética de seus alunos ao lhes ensinar orações ou ao difundir preceitos de sua fé religiosa. Ao assim fazer, contudo, violam um princípio ético-político fundamental da escola pública moderna: o da laicidade. Princípio este que não faz da escola uma instituição antirreligiosa. Apenas procura garantir que a escolha de uma religião - ou de nenhuma - seja uma decisão privada e autônoma; e como tal respeitada por uma instituição pública..."

Professores não deveriam manisfestar suas crenças, escolhas de agremiações esportivas, tendências partidárias, conceitos políticos, preferências sexuais e outras práticas que são próprias e particulares de cada um, para seus alunos, sejam eles de qualquer nível (idade), principalmente os mais novos, que estão em fase de formação e estruturação de seus valores psíquicos, morais e éticos, bem como, de outros valores agregados!

Qualquer manifestação educacional, cultural, festiva ou reivindicatória que não atente para esses preceitos é indução, manipulação e incitação!

Nosso estado é laico, nossas escolas também deveriam ser!

A Frase:
"CADA UM FAZ A SUA PRÓPRIA OPÇÃO E VOCÊ NÃO TEM O DIREITO DE OPRIMÍ-LA!"
Possui dois gumes!

Tanto para o lado de lá, como para o lado de cá. Tando para a esquerda, como para a direita. Tanto para cima, como para baixo!

 Nunca, mas NUNCA, se esqueça disso!

Laicidade


Educadores e responsabilidade política

(José Sérgio Fonseca de Carvalho Doutor em Filosofia da Educação pela FEUSP - jsfc@editorasegmento.com.br )

Numa escola de educação infantil, uma criança de 5 anos foge ao ouvir o som do berimbau numa roda de capoeira; ela explica ao professor que aquilo "era coisa do demônio". A diretora da escola coloca um crucifixo e a Bíblia ao lado do livro de ponto e só os retira quando uma professora ameaça trazer seus guias e orixás (com ironia, argumenta: "se não é laica, que seja ecumênica!"). Numa escola de ensino médio um pastor alerta o professor de português que seus alunos não deveriam ler O cortiço , por ser uma obra "imoral". Essas histórias, todas relatadas por professores comprometidos com os ideais republicanos de uma escola laica, são versões contemporâneas do persistente conflito entre as esferas religiosa e secular na luta pelo estabelecimento do campo de legitimidade das práticas e dos princípios de ação educativa.

Em sua imagem clássica esse conflito tomava a forma de um duelo entre forças de inspiração iluminista e o clero conservador, como na cena do filme A língua das mariposas em que o pároco discute com o mestre-escola acerca das transformações que a experiência escolar produzira no garoto Moncho. Mas nas escolas brasileiras de hoje o conflito tem apresentado uma peculiaridade: não é um embate entre instituições sociais em antagonismo, mas uma cisão profunda dentro da própria escola. Embora o discurso legal afirme o caráter laico da escola pública, seu cotidiano está impregnado de religiosidade. Preces diárias, hinos eclesiásticos em cerimônias de formatura e uma pregação moral de natureza religiosa parecem ser tão recorrentes no cotidiano escolar quanto os ditados, mapas, filas, cadernos e diários de classe. Como compreender essa indistinção entre os domínios da religião - modernamente concebida como uma decisão do âmbito privado - e o da formação escolar numa instituição pública?  

O crescimento da presença social e política das diversas religiões pentecostais não pode ser ignorado, mas não é por si só capaz de explicar a peculiaridade do fenômeno. Há o fato inegável de que tanto o Estado quanto setores significativos da sociedade esperam que, para além de informar e capacitar crianças e jovens, as escolas venham a conformá-los moralmente; que logrem levá-los a agir em conformidade com certos modelos morais ideais. Essa esperada conformação moral pode encontrar fundamento em doutrinas religiosas ou formas de vida política, em juízos estéticos ou numa tradição cultural. Pode recorrer a vários desses elementos, amalgamando-os num discurso escolar que se crê capaz de fundir a todos e harmonizá-los, como se convergissem necessariamente para o mesmo ideal. Ocorre, no entanto, que a formação de um bom cristão não coincide com a de um cidadão ativo; e não é certo que este resultará num patriota... Por vezes, o Deus de um pode ser o demônio do outro!

Não obstante, muitos docentes podem de fato crer que contribuem para a formação ética de seus alunos ao lhes ensinar orações ou ao difundir preceitos de sua fé religiosa. Ao assim fazer, contudo, violam um princípio ético-político fundamental da escola pública moderna: o da laicidade. Princípio este que não faz da escola uma instituição antirreligiosa. Apenas procura garantir que a escolha de uma religião - ou de nenhuma - seja uma decisão privada e autônoma; e como tal respeitada por uma instituição pública. Mas os professores, além de profissionais da educação, são homens ou mulheres, torcem para um time, votam em um partido, são fiéis de uma igreja. Deles não se deve esperar que escondam sua marca singular e pessoal; mas tampouco que venham a faltar para com a responsabilidade política decorrente de seu pertencimento a uma instituição pública.



sábado, 21 de novembro de 2015

Só o futuro dirá...

Conversando (via Whatsapp é claro) com um amigo que estava com dúvidas em como abordar um certo assunto em seu trabalho, lembrei-me de um texto que havia escrito  e que bem poderia auxiliá-lo nisso.

Procurei no meu "bloq" e nada... Nos meus textos e,  nada também... Lembrava do texto, mas teria que reescrevê-lo para que esse tivesse sentido! As vezes o Whatsapp não tem sentido!!

Passaram-se muitos dias, semanas, meses, anos e décadas... E, hoje,  somente hoje eu me lembrei do assunto. E lembrei também que havia escrito textos para um livro, há uns 15 anos, mas não olhava esses texto há, pelo menos, uns 13 anos. Talvez o texto que eu procurava, poderia estar lá.

É, escrevi um texto-livro que algumas pessoas leram, opinaram, e até me incentivaram a publicá-lo, Mas como aqueles que leram eram meus amigo (ou não), resolvi não publicar!

Engavetei tão bem "engavetado", no meu computador (ou computadores, pois ele passa de geração em geração de computadores),  que nem eu conseguia mais encontrar.

 Achei hoje, na verdade, agora mesmo!

Até me deu vontade de revisá-lo para publicá-lo, mas....

Um dia eu publico, porém,  esse dia ainda não chegou. Bom, assuntos extras a parte, vamos ao texto:


SÓ O FUTURO DIRÁ

Era uma vez um grande senhor de terras que havia morrido recentemente. Os amigos do mais moço, vieram trazer suas condolência e ampará-lo naquela hora de tristeza. E diziam: “Que coisa ruim aconteceu com você!” Ele simplesmente respondeu: “Se isso é bom ou ruim, só o futuro dirá!” Os amigos estranharam a resposta, mas devido a situação do momento, não tocaram mais no assunto. Depois de passar a época de luto, descobriram que o pai tinha deixado para cada um dos filhos um pedaço de terra. Vieram novamente os amigos do caçula e disseram: “Você vai herdar uma parte das terras de seu pai. Isso é muito bom”. E o rapaz novamente respondeu: “Se isso é bom ou ruim, só o futuro dirá!” Os amigos já começavam a se acostumar com aquele jeito esquisito do rapaz. Deram de ombro e foram embora. Ao descobrirem que o amigo tinha recebido como herança uma terra pantanosa, um verdadeiro charco, apareceram novamente e disseram: “Que pena, receber um charco como herança é, realmente, é muito ruim”. Ao que receberam a mesma resposta de sempre: “Se é bom ou ruim, só o futuro dirá!” Ninguém ligava mais para esse tipo de resposta, achavam que o amigo tinha ficado louco, mas como eram amigos, deixavam-no viver conforme seus padrões.

Uma grande seca atingiu toda a região e todas as propriedades foram devastadas. Todas as plantações morreram, mas como as terras do amigo ficavam em um charco, esse prosperou e ganhou muito dinheiro com suas colheitas. Vieram os amigos regozijar-se com ele, dizendo: “Ainda bem que você ganhou como herança um charco. Como único fornecedor de alimento da região, ganhará muito dinheiro e isso é muito bom.” O amigo respondeu, como de costume: “Se é bom ou ruim, só o futuro dirá”.

Com o dinheiro das colheitas o amigo comprou um grande garanhão e com isso começou uma criação de cavalos de ótima estirpe. Seu único filho era quem cuidava dos cavalos mas, um determinado dia, quando adestrava o garanhão, este se assustou, derrubando o filho do amigo, que fraturou o ombro com a queda. Os amigos vieram e, compadecidos e disseram: “Esse cavalo é muito bonito, mas muito bravo também, pena seu filho ter se acidentado. Isso foi muito ruim”. E como sempre, o amigo respondeu: “Se é bom ou ruim, só o futuro dirá!”

Um belo dia, o reino vizinho declarou guerra e todos os rapazes da região foram recrutados, menos o garoto que tinha fraturado o ombro. Os amigos vieram e disseram: “Ainda bem que seu filho se acidentou, muito de nossos garotos vão morrer nessa batalha. Esse acidente foi muito bom pra você e, principalmente, para o seu filho”. E o amigo, somente respondeu: “Se isso é bom ou ruim, só o futuro dirá...”

... na balada!



Um casal na "balada". Ele tentando daqui, tentando dali e nada de a garota abaixar a guarda. Quando estava quase desistindo, a garota, depois de tanta insistência, bufa, se vira e pergunta à ele, com "ar de superioridade":

- O que você faz da vida?

O fulano,  já meio irritado pela demora na resolução do ataque, diz:

- Sou traficante de órgãos!!

Ela com cara de enojada exclama:

- Nossa! Você não tem coração?

E ele, calmamente responde:

- Depende! Isso é uma crítica ou uma encomenda?



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Treinamento contra incêndio...


-Mãe, posso "coloca" seu sapato?
- Pode!
- Mãe, "vamo toca"?
- Trocar o que?
- "Vamo troca" de mãe.
- ???
- Eu sou a mãe e você é a filha...
- Tá!
- Filha! Hoje você vai "tê" que "i" na "cola"...
- Que legal, eu gosto da escola!
- "Mais" vai "tê balulo"!
- Que barulho?
- De "sireme"
- O que?
- Vai "tê  S-I-R-E-M-E"!
- Que sirene é essa?
- "Sireme pá gente corrê se pegá fogo lá"...


Esse é o X da questão!


domingo, 15 de novembro de 2015

Umidade avançada... - Humidity Advanced (In portuguese, pun: An Age Advanced)

Minha prima me enviou uma mensagem e fui obrigado a parar e pensar...
Não sei se já aconteceu ou acontece com você. Acho que acontece com todo mundo! 
É óbvio que todo mundo já se comparou com outras pessoas da mesma idade ou de idades próximas. 
Eu não vou me furtar disso! 
Faço isso toda hora e, as vezes, não é só para me sentir melhor, mas, muitas vezes, para tentar achar uma forma de melhorar meu "deplorável" estado atual!
... mas, melhor que o texto fale por si só!
IDADE
Uma amiga me contava que estava ela sentada na sala de espera para um consulta com um novo dentista indicado por outra amiga, quando observou o seu diploma na parede.
:- Li o seu nome e recordei de um rapaz alto, bonito e que havia estudado comigo na mesma classe do colégio e  que, por sinal,  tinha esse mesmo nome. Isso já fazia uns 30 anos, mas mesmo assim, sentia saudades daquela época. Lembrei-me então,  que era "apaixonadérrima" pelo garoto, mas por vergonha, eu nunca havia me declarado. Quando acabamos o curso, cada um seguiu o seu caminho e nunca mais nos vimos.
:- "Seria o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?" Pensou ela.
Entrei no consultório e imediatamente, afastei esse pensamento. 
O homem que me atendeu era um sujeito grisalho, quase calvo, gordo, enrugado e demasiadamente velho para ter sido aquele meu amor secreto.
Depois que ele examinou meus dentes e preparou o orçamento,  olhei bem no fundo dos olhos dele e perguntei se ele tinha estudado no Colégio Santa Cecília. Mesmo já sabendo qual seria a resposta,  não controlei minha curiosidade. 
Minha surpresa foi que ele respondeu que "sim". Me espantei e continuei:
- Quando você se formou? 
- Em 1965! Mas por que esta pergunta?
- É que...Bem... Você era da minha classe, exclamei!

E então aquele velho horrível, desgastado, cretino, careca, barrigudo, flácido, lazarento, esclerosado, filho da puta me perguntou:
- Ah é! E a senhora era professora de quê?

(Cri..cri.. cri..)