quarta-feira, 7 de abril de 2021

 

ESTÃO MANIPULANDO A SUA MENTE!


Cuidado ao ler, ver ou ouvir. SEMPRE ANALISE!

Dizem que, se você não ler ou assistir ao noticiário você é desinformado mas, se você ler ou assistir ao noticiário você é mal informado!

Peguei só um exemplo (e de fora daqui),
mas são vários...
São muitos....
São frequentes e, "alucinadoramente", constantes!

Uma hora ou outra, você acaba acreditando!

Por isso, se você não estiver presente no controle da sua vida, não se preocupe, alguém sempre estará...

PS: E isto ainda, quando os dados forem sérios!



segunda-feira, 5 de abril de 2021

 




IVERMECTINA FUNCIONA PARA COVID? "Não existem estudos que comprovem a eficácia do medicamento para tratamento da SARS-COV2" "Usar ivermectina para Covid-19 é arriscado e antiético, dizem consultores governamentais" "NÃO USE IVERMECTINA "O MILAGRE DA CURA" EM PACIENTES COM COVID-19 DIZ OMS" "A Droga 'milagrosa' Ivermectina, não tem comprovação contra o COVID, alertam cientistas" Se a Ivermectina não funciona, como as agência de notícias nacionais e internacionais informam a todo instante, principalmente na Índia, que vinha em queda de casos "alucinadamente" e tinha na Ivermectina e Hidroxicloroquina seu tratamento básico, a propaganda, com toda a certeza, funciona! Os casos de COVID na Índia começaram a subir de forma "alucinante" a partir de meados de fevereiro! Mas o que aconteceu em meados de fevereiro? Propaganda! Muita propaganda contra! Parabéns! Vocês conseguiram de novo! Vamos todos morrer! Agora, também descobriram que a África é usuária de Iverrmectina e Hidroxicloroquina e não casos significantes, a não ser na África do Sul. Talvez não consigam incutir na mente dos africanos que o remédio que eles tomam há 40 anos faz mal. Acho difícil isso, mas quando a África do Sul desistiu de todas as vacinas e resolveu seguir os antigos conselhos do seu continente, a mídia está vindo veio de solapo contra os medicamentos em questão.

Por que será?





REATIVADO!

 



Para fugir da perseguição, 

o post anterior a este aqui, mostra os "porquês" 

das postagens serem bloqueadas por determinadas redes!







Contra o Foicebook 2021 - 1





Leia com calma!

Um posicionamento político têm direito de matar?
O lucro desenfreado têm direito de matar?
Os dependentes dos "investimento financeiros" sórdidos, vindos de um mercado "sujo e podre", têm direito de matar?
As instituições têm direito de matar?
A omissão, enganação, manipulação, desinformação pode matar?
Grupos político-econômicos têm direito de matar?

Pois bem! De qual lado você está?

Não é possível servir a dois mestres!
Não se pode cavalgar em dois cavalos ao mesmo tempo!
O maior cego é aquele que não quer ver!

Uma vez, uma infeliz e única vez eu perdi por ter usado um "raciocínio lógico" que ninguém entendeu, mesmo estando completamente correto e otimizado. Infelizmente, o receptor ainda não estava preparado para entender algo fora dos "padrões".

Agir sem pensar é perigoso, pensar sem agir é tolice!

Quem se apressa erra no caminho, mas quem se demora apodrece!

Padrões são perigosos!

Quando se quer ver uma única coisa, não se pode ver qualquer outra coisa que não se deseja, não se consegue ou não se sabe enxergar.

Padrões são para os medíocres. Gênios, são aqueles que conseguem perverter os padrões e transformá-los no impensável.

Não dê pérolas aos porcos.

Leia e desencante!

O tempo urge! Vá e não falhe...

A Ivermectina, sem dúvida, entrará para a história no pódio das três drogas mais úteis para a humanidade, junto com a penicilina e a aspirina. Em que etapa? Não o primeiro se olharmos para a quantidade, mas certamente o primeiro no que diz respeito ao fator benefício / risco, com sua ampla gama de indicações e praticamente nunca ter matado ninguém, apesar de 4 bilhões de prescrições em humanos desde o seu nascimento. dois vizinhos não desprovidos de riscos, alergias e choque anafilático para penicilina, hemorrágico para Aspirina.

Artigo do tabloide francês France Soir, publicado nesse domingo (28 de fevereiro), fala do “milagre” da Ivermectina, apresentando os estudos mais recentes do medicamento no tratamento da covid-19.

(Veja íntegra abaixo):
Desde o seu nascimento no final dos anos 1970, tem se mostrado um potente agente antiparasitário, contra uma ampla gama de nematóides internos e externos (vermes) e artrópodes em animais. Em humanos, é usado contra doenças que devastam e desfiguram as populações pobres nos trópicos, como a oncocercose cega dos rios e a filariose, esses vermes finos que entram e circulam em seu corpo. É usado gratuitamente como o único medicamento em campanhas de eliminação dessas duas doenças em nível global.

A Ivermectina tem sido amplamente utilizada na medicina veterinária desde 1981, é conhecida por ser ativa contra 183 espécies de nematóides e 129 espécies de insetos e ácaros, listas que aumentam a cada ano. Também é usado em vários vírus, como o pseudo vírus da raiva suína. Assim, a Ivermectina trata lombrigas no estômago ou intestino, vermes nos pulmões, ácaros, piolhos, mosca-dos-chifres, carrapatos (que causam enormes danos em bovinos nas regiões tropicais), para piolhos de peixes na aquicultura (mas proibida devido aos efeitos sobre o resto da fauna aquática).

A Ivermectina é uma das poucas moléculas que ganhou o Prêmio Nobel e é o resultado de uma colaboração público-privada internacional. Sua descoberta se deve a Satoshi Ōmura, especialista em antibióticos do Instituto Kitasato de Tóquio, que o confiou a um laboratório privado americano, Merck Sharp e Dohme (MSD), em 1974, para a avaliação in vitro de sua bioatividade. A MSD estava interessada em sua aplicação em humanos já em 1978, antes de ser comercializada em animais. Os primeiros ensaios de fase 1 começaram em 1980, a fase 2 em 1983, e terminaram em 1987 com a primeira autorização mundial, na França, para oncocercose, tendo em vista os resultados em 1.206 pacientes. Hoje, o mesmo órgão que o autorizou, acredita, assim como o Instituto Nacional de Saúde, que mais de 14 mil casos em diferentes estudos não são suficientes para autorizá-lo no caso do Sars-Cov-2. O Prêmio Nobel de Medicina foi concedido em 2015 aos seus descobridores, Satoshi Ömura no Japão e William Campbel nos Estados Unidos.

É autorizado em humanos em mais de 100 países, na França é autorizado para anguilulose gastrointestinal, microfilaremia e sarna. Quase 100 milhões de pessoas são tratadas com este produto em todo o mundo a cada ano, e mais de 4 bilhões de doses foram prescritas em 30 anos. Programas estão sendo estabelecidos em alguns países como Nigéria, Burkina Faso e Gana para tratar toda a população, 0,15 mg / kg uma vez por ano sendo suficiente para curar a oncocercose (30 a 40 milhões de casos / ano), mas também a anguilulose intestinal (35 milhões de casos), sarna (300 milhões), leishmaniose, todas as doenças parasitárias da pele, etc.

Além dessa ação sobre os parasitas, a Ivermectina tem ação virucida, testada e adotada inicialmente em uma série de infecções virais em animais, como a pseudo-raiva suína causada por um vírus RNA, como o Sars-COV-2. Em humanos, estudos estão em andamento contra diferentes variedades de flavivírus, como dengue, Zika, Chikungunya e o vírus responsável pela infecção do Nilo Ocidental. Os resultados clínicos do Sars-cov-2 são muito promissores.

Em seu último relatório de 11 de janeiro sobre esses efeitos colaterais no tratamento da Covid, o ANSM relata nenhum problema. Das 15.143 especialidades farmacêuticas reembolsadas na França, certamente é a molécula, ou uma das moléculas que apresenta o menor risco. “A Ivermectina é segura e pode ser usada em grande escala”, escreve a OMS. Estudos in vitro e arquivos MA mostram que as doses eficazes são baixas em comparação com as doses potencialmente problemáticas, isso foi testado até mesmo em 10 vezes a dose em humanos, sem reação. Um estudo foi feito até em cães com 30 vezes a dose (10mg/kg), sem problemas.

Se olharmos para o Vigibase, o banco de dados da OMS que há 30 anos coleta os efeitos colaterais de cada agência de medicamentos em mais de 130 países (incluindo a França), encontramos 175.208 relatórios para Aspirina, 159.824 para Paracetamol e 4.614 para Ivermectina. De 4 bilhões de prescrições neste período, isso representa 0,0001% de efeitos colaterais. É difícil atribuir todos esses efeitos apenas à Ivermectina, muitos sendo devidos à liberação de resíduos de parasitas mortos e do Covid a medicamentos associados. Desde o início do ano e em 15 de fevereiro, este banco de dados relatou 65.188 notificações para Corminaty (vacina Pfizer), em comparação com 46 para Ivermectina.

Só para constar, apenas uma publicação no mundo fala sobre mortalidade por Ivermectina, The Lancet (de novo eles). Esta publicação de 1997 descreve 15 mortes em 47 residentes de lares de idosos tratados com Ivermectina por um surto de escabiose. The Lancet deve ter notado que um tratamento com Lindano e Permetrina (inseticidas que matam muitos animais, como gatos) havia sido aplicado como cal antes do tratamento com Ivermectina. Demorou muito para que outro artigo falasse sobre o uso dos inseticidas e a ivermectina levou anos para se recuperar de um único artigo com conclusões erradas.

Dr. Paul Marik fornece uma visão geral do estado de conhecimento e hipóteses sobre os modos de ação da Ivermectina. Resumindo, de acordo com Caly L e Druce J, ele se ligaria à proteína Spike. Um estudo de Lehrer S in vivo parece mostrar uma sinergia com macrolídeos para bloquear a entrada do vírus por ação sobre certas proteínas (CL3, RdPd, o nucleocapsídeo e outras), Lenin A e Alvarado Y tendo demonstrado a ligação a CL3. Outras sinergias com macrolídeos também foram observadas no tratamento do lúpus. DiNicolantonio J e McCarty M observam efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores, e Zhang X e Xinxin Ci mostraram sua ação sobre citocinas inflamatórias, com diminuição significativa na produção de interleucina 1 (proteína utilizada pelo sistema imunológico e leucócitos). Tudo isso explica porque a ivermectina parece ser o único produto ativo em todas as fases da doença, precoce e tardia. Também encontramos um artigo mais recente, no qual a ivermectina inibia a helicase permitindo que o RNA se desenrolasse, impedindo sua replicação.
Se você tomar 5 comprimidos de Doliprane (Tylenol nos EUA/Brasil, Acetaminofeno - Paracetamol), recomendados pelas autoridades, você pode morrer de necrose hepática.

O primeiro trabalho de MSD focou no bloqueio de neurotransmissores que podem perturbar muito as terminações nervosas de invertebrados, mas também de mamíferos e, portanto, drogas potencialmente perigosas. Posteriormente perceberam que era um erro, e que a ação se dava por meio dos canais de cloreto dependente de glutamato (GluCl), o que abriu perspectivas, pois esses canais, fundamentais em vermes e insetos, estão ausentes em mamíferos, daí a segurança da Ivermectina.

A Ivermectina causa paralisia e morte em invertebrados pela ativação desses canais nas células nervosas ou musculares. A membrana celular torna-se assim mais permeável aos íons cloreto, causando hiperpolarização da célula nervosa ou muscular, o que leva à paralisia do parasita. Curare de parasitas.

Muitos dizem que a "ivermectina" não possui "estudos que comprovam a sua eficácia para covid-19" (já possui), mas nenhum estudo no mundo mostra que a Ivermectina é "ineficaz" sobre a covid-19.
Para os vírus, que não possuem sistema nervoso, o modo de ação é totalmente diferente e vários modos foram descritos. A principal, aceita por todos, é uma ação sobre as proteínas que transportam e penetram o vírus no núcleo, que ele bloqueia, para que o vírus não se reproduza mais. É um inibidor específico do transporte nuclear dependente das importinas α e β, servindo para esse transporte no núcleo.

Parece que a Ivermectina tem profilaxia notável contra Sars-Cov-2. A baixa taxa de Covid na África, quando no início da epidemia a OMS previa um massacre, talvez não seja alheia ao seu amplo uso (sem falar em todos os tratamentos para malária com Hidroxicloroquina). No International Journal of Antimicrobial Agents, Martin Hellwig et al de Plymouth (EUA), após uma revisão da literatura, pois descobriram que “os países onde a quimioprofilaxia com Ivermectina é administrada em massa têm uma epidemia significativamente menor. “No entanto, se uma ingestão anual é suficiente para muitos parasitas, este não é o caso dos vírus, daí o interesse do trabalho contínuo da empresa Medincell em Montpellier para desenvolver uma forma de ação prolongada.

Atualmente, existem no mundo, apenas no que se refere à profilaxia, 11 estudos sobre o assunto (3ECR), envolvendo mais de 7.000 pacientes, com eficácia média de 89%. Dois exemplos, com 100% de eficiência:

Um estudo na Argentina se concentrou em cerca de 1.200 cuidadores em contato com pacientes Covid, em 4 locais, por 2,5 meses. 788 receberam Ivermectina, 407 nada. Resultado: 237 infecções no grupo não tratado, ou 58%, e 0 no grupo tratado.

Uma segunda publicação, em francês. 121 pessoas de uma casa de repouso (69 residentes, idade média de 90 e 52 funcionários) em Seine et Marne encontraram-se protegidos da Covid, graças ao tratamento de uma epidemia de escabiose no estabelecimento em março de 2020.
Há também o trabalho da Dra. Tess Lawrie. Este médico nascido na África do Sul, pesquisador na Grã-Bretanha, diretor de uma empresa independente de consultoria em medicina baseada em evidências (Evidence-Base Medecine Consultancy Ltd), que rastreia publicações boas e ruins. Seu trabalho com a Ivermectina é feito de acordo com os mais altos padrões da Cochrane, como costuma fazer para a OMS em suas recomendações para o mundo. Ele usou as 27 análises do FLCCC, para fazer uma meta-análise incluindo ensaios clínicos randomizados (RCTs) e estudos observacionais controlados (EOC), e excluindo 11 estudos incluindo 5 profiláticos. Os resultados apenas dos estudos menos discutíveis, controlados, relidos e publicados, mostram uma diminuição na mortalidade de 83%. Nos estudos de profilaxia, 88% de eficácia. Tudo está resumido em uma excelente entrevista que vale a pena verificar.

Se a Ivermectina atua sobre a Covid-19 quando ela ataca, impedindo sua entrada nas células e sua multiplicação, a fortiori, seria totalmente ilógico que o que vemos na profilaxia não se reproduza na terapia. Isso é o que a maioria dos estudos mostra, descrevendo uma melhora muito rápida dos distúrbios em 48 ​​horas, na fase inicial. Também não deixa de ter interesse na fase posterior.

Se não existem estudos mostrando a ineficácia da Ivermectina, o contrário não é possível afirmar, já que existem vários sites que o fazem, e existem estudos de vários médicos, como Drs Marik e Kory nos Estados Unidos e Hill e Lawrie na Inglaterra.

O site c19ivermectin.com lista 41 estudos (incluindo 20 randomizados) feitos por 304 autores em 14.833 pacientes, com resultados de 89% na profilaxia, 83% na fase inicial, mortalidade geral diminuindo em 78%.

Em março de 2020, o professor Paul Marik criou um grupo de especialistas, junto com o Dr. Kory, a Front Line COVID-19 Critical Care Alliance (FLCCC), para reunir e analisar todos os estudos para desenvolver um protocolo de tratamento para COVID-19.

Seu trabalho inclui todos os modos de ação da Ivermectina e os resultados de todos os ensaios disponíveis em profilaxia e terapia. Eles detalham cada um dos estudos, sem realizar uma meta-análise e concluem que a Ivermectina é eficaz na profilaxia, terapia e "Covids longos". Esses resultados em mais de 7.000 pacientes foram apresentados em 6 de janeiro perante o National Institute of Health.

Todos esses estudos, em ambos os lados do Atlântico convergem para o mesmo ponto e todos dão os mesmos resultados. Resultados confirmados selecionando apenas os estudos que não podem ser enviesados, como afirma Tess Lawrie, pode-se argumentar de acordo com estudos sobre o declínio percentual da mortalidade, mas a única coisa que não pode ser discutida é a realidade do declínio indiscutível.

Andrew Hill, a pedido da OMS / Unitaid, revisou 18 ensaios clínicos randomizados menos questionáveis, envolvendo 2.282 pacientes. Ele notou melhora rápida dos distúrbios, redução da hospitalização e redução de 75% na mortalidade.

A OMS e ANSM, assim como outros países (África do Sul, Inglaterra, etc) estão estudando o dossiê da Ivermectina para rever sua posição. A Índia distribui massivamente (120 milhões de doses) e tem 3-4 vezes menos mortes do que nós, e a cada mês, 2 ou 3 mais países permitem seu uso. Veja o mapa mundial.

Qualquer medicamento, antes da comercialização, deve passar por uma série de exames para demonstrar sua eficácia e segurança, com uma relação entre riscos/benefícios que deve ser favorável. Os estudos para isso são longos e caros, financiados apenas pelos laboratórios que produzem tais medicamentos. O problema com a Ivermectina é que ela caiu no domínio público e o laboratório dono da antiga patente (Merck), não tem interesse algum em fazer isso.
Um dos maiores estudos da literatura sobre este assunto, foi realizado na República Dominicana, nos hospitais de Bournigal e Punta Cana com 3.100 pacientes, . Este país lidou extensivamente com hidroxicloroquina, mas caiu na terceira semana de abril de 2020, porém, depois que descobriram que a Ivermectina poderia ser usada com vantagem na Covid, a partir de um estudo in vitro australiano, seu Comitê de Ética decidiu trocar o Paracetamol pela Ivermectina.

Eles então trataram de 1 ° de maio à 10 de agosto 2020 (data final do estudo em questão), todos os pacientes que se apresentaram na sala de emergência da Covid, para um total de 3.099 pacientes. De acordo com a importância dos transtornos, eles distinguiram 4 graus:

- Os 300 pacientes de grau 2, tratados posteriormente com doenças mais graves, foram hospitalizados em unidades Covid. Média entre o aparecimento de distúrbios e o tratamento: 6,9 dias. Destes pacientes, 3 morreram, ou 1%.

- 2.706 pacientes de grau 1 receberam alta e seguidos para casa, com ivermectina. Destes 2.706 pacientes, 16 posteriormente tiveram que ser hospitalizados em unidades Covid, ou seja, 0,6%, 0 óbitos e 2 foram para a terapia intensiva com 1 morte, ou 0,04%.

- Os graus 3 e 4, ainda mais afetados, chegaram mais tarde (7,8 dias após os primeiros sintomas) foram internados em terapia intensiva. 34 mortes, ou 30%.

"O viés deste estudo é a não randomização e muitos pacientes não possuem teste de PCR. Este é um estudo observacional, o país não tem como testar todo o procedimento como na França. Nem todos os pacientes são testados, mas todos estão doentes, tendo se apresentado ao pronto-socorro, com sintomas em média 3,6 dias".

Conclusões: na fase inicial, a combinação Ivermectina/Azitromicina evita a hospitalização na grande maioria dos casos e reduz a mortalidade para 1 em 2.700 casos. Em casos posteriores que requerem hospitalização, a mortalidade é dividida por 10, por outro lado em terapia intensiva, não houve nenhuma diferença.

Por que a Ivermectina ainda não foi oficialmente autorizada?

Como a "indústria da guerra" as Big Phamas não estão preocupadas com vidas perdidas, mas sim, com quanto eles podem faturar no presente e futuro!

Na França, vendem-se menos de 5% das 11 apresentações comerciais autorizadas, sendo o restante genéricos. Por que eles gastaria alguns milhões para que outros se beneficiassem?

A Ivermectina é uma molécula “órfã” da qual ninguém mais cuidará. Deve ser papel das autoridades sanitárias lidar com esses casos na defesa do interesse público. Não é só o Covid: olhem os piolhos, a Ivermectina faz maravilhas com eles, mais do que qualquer outro tratamento, mas como também não estava na indicação original, não ´é indicada pela OMS.

Se a Ivermectina pudesse ser comercializada pagando "royalties", você veria muitos laboratórios correndo para a Agência de Medicamentos para obter autorização para uso na Covidl, e é certo que as conseguiriam em pouco tempo.

O segundo problema provavelmente decorre de um poderoso lobby econômico contra o medicamento. Imaginem que um medicamento que caiu no domínio público trate todos os casos de Covid rapidamente e sem sequelas? Bilhões e bilhões de dólares seriam perdidos pela indústria farmacêutica.

O você pode decidir qual a decisão tomar em sua vida, porém, as opções de veriam ser claras e transparentes. Porque você acha então, que existe esta guerra contra a Ivermectina (antes hidroxicloroquina) e qualquer referência a tratamento precoce e até, preventico?

Se você fizer isso, não vai ficar doente. Se não ficar doente, não vai tomar vacina. Se não ficar doente e não tomar vacina, não vai gastar com medicamentos em casa e muito menos nos hospitais!

Imaginem se todos os governos do mundo proibissem, a partir de agora, qualquer tipo de lucro com a Covid-19. É, acho que a doença acabaria ontem...

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

CUIDADO! PODE HAVER UM DEMÔNIO TOMANDO CONTA DO SEU CÉREBRO!

ATENÇÃO!
NÃO SOMOS NEM DE ESQUERDA E NEM DE DIREITA!
SOMOS CONTRA A DOMINAÇÃO, MANIPULAÇÃO E  A ESCRAVIDÃO DE IDÉIAS!

É isso que a esquerda está fazendo no Chile e é isso que o cefalópodes está instigando que a esquerda faça no Brasil.

Não somos contra brasileiros, somos contra qualquer grupo de dominação ideológica!

O que o Facebook nos impede de "postar" lá, nós "postaremos" aqui!





























ESTAMOS ATIVOS NOVAMENTE!

TEM PAÍS QUE É CEGO!

Esse "blog" foi criado no começo de 2009, comemorando agora 10 anos de existência e foi criado para publicar indignações que estavam acontecendo nesse país, porém,  com o avanço, velocidade e aceitação do Facebook, ele foi perdendo a sua função e todas as postagens passaram a serem feitas próprio Facebook, tanto as relacionadas ao momento político como outras do dia a dia.

O Facebook também permitia a criação de grupo e, separados por assunto, o que em um blog pré-formatado, fica quase impossível de se fazer. Assim, foram criados no Facebook os grupos que viralizavam assuntos correlatos, porém, com divisões de atuação.

Sendo assim, em 2016 esse blog foi silenciado, já que não tinha mais função.

OS GRUPOS

O GRANDE GOLPE - https://www.facebook.com/groups/ogg2018/?ref=br_rs
O primeiro grupo nesse sentido, após as eleições presidenciais de 2014, remodelado em 2018, tinha como objetivo demostrar  o  plano "das esquerdas" aplicado em várias partes do mundo e, principalmente, no Brasil, tentando provar que tanto PSDB como PT eram faces de uma mesma moeda. Nunca  antagônicos, mas sempre "companheiros".

Mostramos como o Nazismo e Fascismo nada tinham de diferente do Comunismo e, muito pelo contrário, as filosofias eram idênticas e parceiras. Lá também mostramos o porque do mundo acreditar que foram antagônicas.

Levando-se em conta  a "estratégia das tesouras" proposta por Lenin, demostramos como atuavam os diversos grupos políticos brasileiros tanto no cenário nacional como no da América do Sul e Caribe.

Mostramos o que era o Marxismo de Karl e Engels e mais precisamente, o plano do Marxismo Cultura, técnica conspiratória semelhante a utilizada na ascensão do Nazismo e baseado nos escritos de Antônio Gramsci, adaptada pela Escola de Frankfurt com a finalidade de se infiltrar-se nas sociedades ocidentais.

O Grupo perdeu a sua finalidade quando veio em voga a discussão sobre "Esquerda X Direita", comunismo, marxismo cultural ou não, e todos os outros conceitos que, por décadas, ficaram longe do público comum, longe até mesmo, dos próprios militantes aguerridos de esquerda, que nem tinham conhecimento do que era tudo isso (e eu conheço vários, alguns, que ainda mantêm os olhos e ouvidos fechados) e após a sociedade brasileira começar a entender o que eram esses termos e como eram aplicados e utilizados como ferramenta de doutrinação.


EULAVO O MEU CARVALHO - https://www.facebook.com/groups/322150968464943/
Uma corruptela baseada no nome do filósofo e escritor amaldiçoado Olavo de Carvalho.  Esse grupo tinha a intensão de atualizar todas as estratégias "das esquerdas", inclusive alertando passo-a-passo, o que acontecia no submundo destas organizações. Se o primeiro grupo era de esclarecimento, o segundo passou a ser de avisos.

Porém, o momento atual merece mais rapidez de informação e mais justeza nas previsões, porém, o próprio Facebook, baseado em sua "normas de conduta", impede que se espalhem imagens e vídeos que, segundo ele "viola os padrões da comunidade sobre violência explicita". O Facebook ou seus modelos baseados em Inteligência Artificial, não conseguem identificar o que é "incitação" e o que é "informação" e, todo conteúdo que se baseia em suas análises errôneas, são bloqueados.

Com base disso, estamos reativando esse "blog" pois acreditamos que as políticas do BLOGGER  criado pela Pyra Labs e adicionado aos serviços do Google, não venha a ter esse tipo de censura, deixando a cargo do leitor, avaliar o que é ou não é impróprio aos seus conceitos morais.

ESTAMOS ATIVOS NOVAMENTE!

(mas ainda precisamos relembrar de como se mexe nessa coisa! Desculpe-nos os eventuais erros e problemas).  

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A ONDA



Essa semana, algo muito estranho aconteceu comigo e me levou a repensar todo esse  momento que estamos passando e como chegamos até aqui.

Bom, eu parei de fumar e estou completando quase um ano desse (ainda difícil) feito, já que foi uma decisão racional e não, digamos, “por vontade própria” (que seja bem entendido esse posicionamento)!

Quem para de fumar engorda e eu engordei bem. Nem tanto quanto já engordei antes, em outra oportunidades, mas como desta vez eu já estava, digamos, acima do peso, estou pesando muito mais do que o “acima do peso”, anteriormente medido. Com o aumento de peso, vem a redução de suas vestimentas. A calça que não serve mais, a camisa que se tornou "capinha" de bujão de gás, as camisetas que viraram “baby look”, etc... O pior de tudo, é que você ainda acha que cabe naquilo  e, aperta daqui, alarga dali, ufa!! Um verdadeiro sufoco! Além de tudo, quem engorda acha que vai voltar ao peso anterior e acredita realmente nisso. É por isso que não compra roupas novas e usa todas aquelas que “fantasia” ainda servirem. Também, não é uma coisa muito reconfortante ir comprando logo muita roupa, pois quem para de fumar, se torna um “bebê” em crescimento, a roupa da semana passada encolhe a cada nova semana.

Infelizmente, chega o momento que nada mais no guarda-roupa lhe serve e, nessa hora, você é obrigado a usar aquilo que nunca usou, ou porque era horrível, ou porque era grande demais, ou pelas duas coisas.

É, meu dia chegou...

Esta semana olhei para o meu guarda-roupa e chorei. O que ainda servia estava lavando e o que estava limpo não servia mais, porém, o buraco negro estava ali ao lado. Após o desespero, não havia outra saída ou vestia aquilo ou não vestia nada.  A primeira opção joguei na cama, a segunda estava com umas bolinhas estranhas cheias de pelinhos, a terceira parecia que um jacaré havia abocanhado a gola da safada, mais aí, aí veio aquela que estava, literalmente, nova e do tamanho ideal. Vestimenta perfeita, caiu como uma luva (perfeita para “eu gordo” isso sim). Só tinha um problema, era “vermelha”. 

Não tem muito jeito! Fiz analogia com um Bombeiro (Bombeiro para mim, é o verdadeiro herói) e até que a camiseta escondeu minha barriguinha saliente. Mas meu sonho não demorou muito e minha mulher me jogou aquele balde de água fria.

- Vermelha?? Você vai de vermelho?
- Foi a única que, por enquanto, serviu!
- Está parecendo Petista!
- @#$%!!@#... Tchau!!

Mas ela tinha razão!  A cor vermelha ficou tão patente dos Petistas que qualquer um que hoje em dia saia de vermelho, será taxado de Petista!

Não dei bola e fui trabalhar daquele jeito mesmo. Eu já perdi toda a elegância em me vestir. Agora estou perdendo a elegância na forma de pensar (que me desculpem os petistas).

 Fui tomar café na minha padaria preferida (de óculos escuros e evitando encontrar algum conhecido) quando me deparo com uns 20 (acho que estavam entre 15 e 18, mas se é para arredondar, sempre arredondo para cima. Quando me interessa!) jovens, entorno de 19 a 22 anos de idade. Homens e mulheres com cabelos longos, pintados, raspados, de barbas, jaquetas, mochilas, etc... Entravam quase enfileirados e passaram ao lado da minha mesa. Todos eles, sem exceções, me cumprimentaram! 

Os homens, com um “Eaw, brodha!" e as meninas com os normais “ois” e “sorrizinhos”!  (Dei aula por muitos anos e nunca vi nenhuma turma de aluno cumprimentar desse jeito conhecidos, quanto mais um estranho como eu). E o melhor de tudo, somente “eu” fui o cumprimentado.

Olhei para o dono da padaria que estava encostado na parede conversando comigo e presenciou toda a cena e fiz cara de indagação, querendo dizer : - O que rola??

Ele apontou minha camiseta com o queixo. Eu já havia me esquecido que estava de camiseta vermelha. Olhei para ela e voltei o olhar para ele com mais cara de interrogação! Ele riu e saiu...

Fiquei muito pensativo!!

Como eu, um desconhecido qualquer, em uma padaria qualquer, tomando café da manhã qualquer, sou cumprimentado por uma bando de gente que não me conhece e tudo isso, somente por eu estar vestindo uma camiseta vermelha? A sensação é muito estranha. Eu conheço muita gente e sempre estou cumprimentando alguém. Mas isso que aconteceu é inédito...

Entendo agora, como é reconfortante pertencer a um grupo-grupo! 

É estranha essa sensação desse negócio de grupo-grupo! Não é como pertencer a um time de esporte ou a um grupo de amigos, uma sala de aula ou um grupo profissional. É algo muito mais profundo. 

Quando todo aquele “mundaréu” de gente que eu não conhecia me cumprimentou com sorrisos nos lábios, eu me senti quase “amado”!

É um reconforto muito grande saber que você é aceito mesmo por quem você não conhece, mas estranho... Muuinto estranho!

Talvez eu tenha começado a entender o porquê desse povo, dito “de esquerda” possuir essa identificação em comum. Eu fui identificado como alguém desta ala, mesmo não sendo da ala, mas simplesmente, porque estava portando (ou vestindo) um simbolo que me  identificava como sendo do   grupo. O interessante foi que nenhum deles estavam vestindo vermelho!

É,  realmente, estranho! Uma sensação extremamente forte que, se eu estivesse em uma situação de desemparo, fraqueza, ou qualquer situação em que necessitasse de um apoio ou “calor humano”, seria muito difícil resistir àquele grupo.

Imaginem se isso que aconteceu comigo, acontecesse com aqueles mais fracos e que necessitam, desesperadamente,  de um grupo apoiador para  se sentirem fortes, completos e amparados.

Talvez também,  eu entenda agora como é difícil você convencer alguém de que aquelas ideias propagadas por determinados grupos são mentirosas ou não são tão legais assim. Ou, que aquele grupo de pessoas inescrupulosas que se aproveitam de uma situação limite, para implementar ideais ilegítimos, estão somente tentando te corruptar.

Tanto é difícil arrancar alguém deste estado como é difícil impedir que alguém caia nas garras destas singelas manipulações. 

Ao voltar para pegar o carro, fiquei pensando nos “porquês” daquilo tudo e, imediatamente,  me lembrei da “Terceira Onda”! 

A TERCEIRA ONDA
  
Na primavera de 1967, em Palo Alto, Califórnia (EUA), um professor do ensino médio chamado Ron Jones,  recriou em uma sala de aula  o ambiente nazi fascista daquela  Alemanha pouco antes de estourar a II Guerra Mundial. 

O que era para ser apenas uma aula de história sobre o totalitarismo na Alemanha nazista e que dominou quase todos os alemães da época, completamente escrachado pelos estudantes americanos que  não conseguiam  entender ou conceber alguém, em sã consciência, adotando, apoiando ou mesmo incentivando as ideias e atitudes determinadas por aquelas idéias tirânicas, acabou virou um experimento perigosíssimo!

Os jovens americanos achavam que os alemães eram, por demais, ingênuos para aceitar uma situação como aquela que ocorreu com o regime nazista. Assim, o professor Jones acabou criando um experimento para mostrar que não é tão difícil assim fazer com que um grupo qualquer, de diversas categorias e níveis culturais diversos, possa ser incentivados a seguir novas ideias e objetivos, sem saber ao certo o que realmente é o certo e o que, realmente,  é o errado na situação toda. Principalmente, quando se utiliza de ferramental indutivo.

Jones era um jovem de 25 anos, bem apessoado, surfista e extremamente carismático. Era uma figura enérgica e queria que seus alunos enxergassem as diferentes perspectivas sobre  um mesmo assunto.  Ele queria, principalmente, que eles aprendessem a pensar por si mesmos.

Ao contrário do que foi propagado como verdade por décadas, a “Terceira Onda” não começou com uma única classe de 30 estudantes. Na verdade, o movimento foi bem maior. Houve,  literalmente,  “três terceiras ondas”. Isto,  porque Jones dava aulas em três turmas e implantou o experimento, ao mesmo tempo, nas três classes. Sendo assim, o movimento inicialmente contava com cerca de 90 estudantes que, no desenrolar da trama, quase triplicaram. 

Ao final do experimento, digamos "bem (mal) sucedido", haviam mais de 200 alunos atraídos e envolvidos naquilo que se chamou de “A Terceira Onda”, quase uma semântica ao famoso “Terceiro Reich” alemão.

Ninguém poderia imaginar a proporção que aquela experiência tomaria no futuro. No início, a Terceira Onda foi encarada como uma brincadeira. Só foi levando um pouco mais a sério, porque as notas dos alunos dependiam da participação nesta atividade. O professor Jones era o líder ideal para a função, além de extremamente inteligente, incentivador e inovador,   era também, o professor mais popular da escola e os alunos confiavam muito nele. 

Jones falou ao seus alunos sobre a disciplina (uma das características que marcaram o período da Alemanha nazista) e como esta pode ser benéfica para a comunidade como um todo. Para pôr a teoria em prática, ensinou uma nova postura para os estudantes e trabalhou intensamente na ideia da disciplina. Apontava cada erro detectado, seja no andar, na postura ou na forma de se comunicar com os outros. A cada fase do processo, os exercícios eram mais profundos e impressos com maior poder de indução na mente de cada participante. Estimulou, insistentemente, o silêncio, a capacidade de ouvir e absorver informações e, sempre, lembrava os alunos, em todas as fases da “imersão”,  a beleza da obediência.

Em pouco tempo, Jones percebeu o quão manipuláveis eram seus alunos e,  o quanto estavam seduzidos pelas ideias discutidas e executadas até ali. Pareciam desejosos da uniformidade que a disciplina podia oferecer. Em uma das ações, Jones decidiu que a partir dali todos deveriam chamá-lo de "Senhor Jones", para responder ou fazer qualquer pergunta. No início, sofreram um choque, mas que passou rapidamente e todos, sem exceção, seguiram as novas orientações.

Ao mesmo tempo que os alunos treinavam as técnicas apresentadas exaustivamente, até atingir um modelo polido de pontualidade e respeito. Jones observava a mudança em seus comportamentos.

O ambiente da classe havia se transformado totalmente. Agora, os alunos perguntavam (e respondiam) muito mais. Eram mais participativos e interessados. As aulas rendiam mais, porque a qualidade das discussões aumentara consideravelmente. O grupo começou a ser reconhecido pela qualidade de seus conhecimentos. A relação entre os colegas melhoraram e todos começaram a se sentir acolhidos pelo grupo. Alguns mais tímidos e que nunca haviam falado, começaram a ter coragem e treinavam exposições em público por conta própria.  Realmente estava ocorrendo um processo misterioso com aquela turma. O professor estava confuso e perplexo ao mesmo tempo. Com os resultados obtidos, ele se perguntava  como que,  sob um ambiente autoritário e de rígida disciplina, os alunos podiam dar o melhor de si mesmos?

A aprendizagem do grupo acelerou vertiginosamente e Jones percebeu que os alunos se adaptavam muito bem e cada vez mais rápido, parecendo gostarem , cada vez mais,  das novas regras. Estavam definitivamente empolgados com o experimento.

Jones palestrou sobre a comunidade e a força que podiam ter através dela. Os alunos passaram a se sentir pertencentes à mesma raiz. Nascia assim, um estranhíssimo sentimento de nacionalismo, como se todos pertencessem à mesma pátria ou a mesma família. A força da comunidade ensinava que juntos eles eram mais fortes, que podiam ter um propósito em comum. Jones estava embasbacado com a forma que os alunos reagiam a autoridade dele e se perguntava,  porque eles estavam tão submissos.

Estava em dúvida entre parar ou continuar o experimento, pois não sabia até onde aquilo poderia chegar. . Como continuidade ao processo, o professor Jones criou uma saudação para os alunos da classe, que chamou de 'terceira onda' - porque a mão parecia uma onda para cima de novo. A ideia de 'terceira' veio da tradição da praia, em que as ondas viajam nas correntes, e a terceira onda, além de ser a última, é a maior de cada série. Logo, ele observou que todos faziam a saudação; passeava pelos corredores da escola e via os alunos fazendo a saudação; na biblioteca, na academia, nos jardins, nas lanchonetes, em quase todos os lugares e todos ao mesmo tempo.

Não demorou para que a experiência chamasse atenção dos outros. Vários alunos foram perguntar ao professor se podiam participar. No terceiro dia,  o professor decidiu emitir cartões de adesão a todos que queriam continuar no experimento. Vários alunos haviam trocado de classe para poder participar da Terceira Onda. Em um certo momento, Jones escolheu alguns alunos para vigiar os restantes e fazer um relatório sobre todos aqueles que não obedeciam às regras, numa clara referência a Gestapo nazista. Jones agora falava sobre a força através da ação e de como a disciplina e a comunidade seriam inúteis sem essa “ação”. Da crença na família e no coletivo, da lealdade e da valorização do trabalho. 
Agora, os alunos empolgados, lhe diziam como estavam se sentindo felizes, completos e, verdadeiramente, realizados. Para seu espanto, percebeu que o rendimento dos alunos continuava aumentando à níveis vertiginosos.

Deveres de casa, antes relegados a segundo plano e sempre mal feitos, agora eram perfeitos e com apresentações impecáveis.

Se aproveitando da situação, Jones incumbiu cada aluno de uma tarefa diferente, em prol da Terceira Onda. A essa altura do campeonato, o dito "experimento" já estava totalmente fora de controle, passara a contagiar a escola inteira e de forma positiva. Jones notou que para alguns alunos, principalmente os mais frágeis e volúveis, a Terceira Onda se tornara a sua razão de viver. Se dedicavam completamente àquilo, de corpo e alma. Os solitários e introspectivos passaram justamente a ser os mais devotados e apaixonados.

Jones agora, por iniciativa dos próprios alunos,  ganhara  um guarda-costas, que o seguia todos os dias, para todos os lugares. Pode parecer esquisito, e era, mas Jones deixou a experiencia continuar livre, tentando torna-la o mais parecido  possível com o ambiente da Alemanha nazista.

O professor Jones já havia sido elevado a posição do próprio Führer na experiência.

Bom, o resto deixo para vocês pesquisarem, lerem, analisarem e tirarem suas próprias conclusões...

Fui!

....

Voltei!!

https://pt.wikipedia.org/wiki/Terceira_Onda

Cronologia

Primeiro dia
Jones relata que começou o primeiro dia do experimento com coisas simples como postura correta na cadeira e questionamento intensivo dos alunos. Depois ele focou em aplicar disciplina rígida na sala de aula, se portando como uma figura autoritária e melhorando dramaticamente a eficiência da turma.

A sessão do primeiro dia foi encerrada com apenas algumas regras, com o objetivo de ser um experimento de apenas um dia. Alunos tinham que ficar sentados com atenção antes do segundo sino, tinham que levantar para perguntar ou responder perguntas e tinham que fazer isso com três palavras ou menos, e deveriam preceder cada fala com "Sr. Jones".

Segundo dia
No segundo dia, ele conseguiu unir sua turma de história em um grupo com um senso extremo de disciplina e comunidade. Jones baseou o nome do seu movimento, "A Terceira Onda", no suposto fato de que a terceira em uma série de ondas é a mais forte, uma versão equivocada de uma tradição atual da navegação de que toda nona onda é a maior. Jones inventou uma saudação que lembrava a saudação nazista e ordenou que os membros da turma saudassem uns aos outros mesmo fora da sala. Todos obedeceram esta ordem.

Terceiro dia
O experimento tomou vida própria, com estudantes de toda a escola aderindo: no terceiro dia, a turma aumentou dos 30 estudantes iniciais para 43 alunos. Todos os alunos apresentaram melhora drástica nas habilidades acadêmicas e grande motivação. Todos os estudantes ganhavam um cartão de membro, e cada um deles recebia uma função especial, como fazer um símbolo da Terceira Onda, impedir que não membros entrem na aula, entre outras. Jones instruiu os alunos em como iniciar novos membros, e no fim do dia o movimento tinha mais de 200 participantes. Jones ficou surpreso quando alguns alunos começaram a informá-lo quando outros membros do movimento não obedeciam as regras.

Quarto dia
Na quinta-feira, o quarto dia do experimento, Jones decidiu terminar o movimento porque ele estava saindo do seu controle. Os alunos se envolveram cada vez mais no projeto e sua disciplina e lealdade ao projeto era impressionante. Ele anunciou aos participantes que este movimento era parte de um movimento nacional e que no próximo dia um candidato à presidência da Terceira Onda seria anunciado publicamente. Jones convocou os alunos para uma assembleia na sexta-feira para testemunhar o anúncio.

Quinto e último dia
Ao invés de um discurso televisionado do seu líder, os estudantes viram um canal fora do ar. Depois de alguns minutos de espera, Jones anunciou que eles tinham sido parte de um experimento sobre fascismo e que todos criaram voluntariamente um senso de superioridade como os cidadãos alemães tinham no período da Alemanha nazista. Depois ele exibiu um filme sobre o regime nazista para concluir o experimento.

Psicologia
A psicologia envolvida foi estudada extensivamente em termos da organização juvenil em gangues e da pressão dos pares, da qual este experimento foi uma variação.

Na cultura popular
Os eventos do experimento foram adaptados em um programa de TV em 1981, The Wave, e um romance de Todd Strasser.

O filme alemão A Onda, de 2008, transferiu o experimento para uma sala de aula da Alemanha atual e foi bem-recebido pela crítica.

Em 2010, Jones encenou um musical chamado A Onda, escrito com alguns dos alunos da turma.

Em 10 de outubro de 2010, um documentário, Lesson Plan, recontando a história da Terceira Onda através de entrevistas com os alunos e professor originais, estreou no Mill Valley Film Festival. O filme foi produzido por Philip Neel, um dos antigos alunos de Jones.