quinta-feira, 3 de março de 2011
Gestação!!
Pode ter país que é cego, porém, tem PAI que está com a visão perfeita! E muito perfeita...
... Tô curtindo muito tudo isso!!
... Tô curtindo muito tudo isso!!
Brasinha!!!
Hot Stuff, the Little Devil (Brasinha, no Brasil e Portugal) era um personagem de história em quadrinhos, publicada pela editora Americana Harvey Comics (responsável também por Gasparzinho e Riquinho) a partir de outubro de 1957.
Em língua portuguesa Brasinha foi publicado pela Editora O Cruzeiro, Editora Vecchi e finalmente pela Rio Gráfica Editora, nos anos 60 e 70.
Howard Post and Warren Kremer foram os principais desenhistas das histórias do Brasinha, sendo o último seu criador. O humor inventivo de Howard Post dominou os temas das estórias durante anos.
Warren Kremer também ilustrou Miudinho por muitos anos, tendo sido também responsável pela maioria das capas das revistas do Brasinha.
Personagens que frequentemente apareciam no Gibi: Miudinho e Lelo.
O personagem Brasinha está fora de circulação ha muitos anos mesmo nos Estados Unidos, seu país de origem. Atualmente há uma compilação de algumas estórias classicas de Brasinha no especial Harvey Classics nº 3 pela Dark Horse editora.
Diferente de Gasparzinho, Brasinha nunca teve um desenho animado, suas vendas também nunca atingiram grandes patamares apesar de roteiros e desenhos superiores. Seu lado sombrio não era facilmente deglutível pela sociedade conservadora americana.
No Brasil, Brasinha concorria em paridade de vendas com gibis infantis já consolidados no mercado nacional como Turma da Mônica e Disney. No final dos anos 80 com a queda nas vendas, a RGE deixou de publicar o gibi e nenhuma outra editora se interessou em dar prosseguimento a publicação.
Saudades...
quarta-feira, 2 de março de 2011
PSICOLOGIA (1959-2010)
1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando uma hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.
2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
1959: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no traseiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos, deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio e machuca o joelho. Sua professora Maria o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...
1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual e condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando as duas ações. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...
Cenário 4: Disciplina escolar
1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava uma boa "esporrada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor pede desculpas por nos repreender e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e, para consolar o filhinho, lhe dá uma moto de presente.
1959: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava uma boa "esporrada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.
2010: Fazemos bagunça na classe. O professor pede desculpas por nos repreender e fica com a culpa por fazê-lo . Nosso velho vai até o colégio se queixar do docente e, para consolar o filhinho, lhe dá uma moto de presente.
Cenário 5: Horário de Verão.
1959: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.
2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, e nas mulheres aparece celulite.
Cenário 6: Fim das férias.
1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...
2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, attack e seborreia...
Fica a pergunta ....
QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE DEMENTES E DOENTES SEM CAUSA?
QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE DEMENTES E DOENTES SEM CAUSA?
Antes tinhamos repressão de mais, hoje, repressão de menos. Alguém já ouviu falar em um tal (tao) de "equilíbrio"?
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
AS PIRÂMIDES E O MISTÉRIO DE ÓRION
As pirâmides de Gizé (Giza) têm, a milênios, estimulado a imaginação humana. Quando a Grande Pirâmide foi erguida tinha 145,75 m de altura (com o passar do tempo, perdeu 10 metros do seu cume). O ângulo de inclinação dos seus lados é de 54º54'. Sua base é um quadrado com 229 m de cada lado. Mas, apesar desse tamanho todo, é um quadrado quase perfeito - o maior erro entre o comprimento de cada lado não passa de 0,1%, ou seja, algo em torno de somente 2 cm de diferença. A estrutura consiste em mais de 2 milhões de blocos de pedra com blocos pesando de duas até 20 toneladas.
Na face norte fica a entrada da pirâmide. Vários corredores e galerias levam ao que seria a câmara mortuária do rei, localizada no "coração" da estrutura. O sarcófago é de granito preto e também está orientado com as direções da bússola. Surpreendentemente, o sarcófago é maior do que a entrada da câmara. Só pode ter sido colocado lá enquanto a pirâmide era construída, um fato que evidencia a complexidade do projeto e como tudo foi cuidadosamente calculado.
São cálculos assombrosos. Por exemplo, se você tomar o perímetro da pirâmide e dividi-lo por duas vezes a sua altura, chegará ao número π (pi - que é a relação entre o comprimento de uma circunferência e seu diâmetro, na geometria Euclidiana) até o décimo quinto dígito (π ≈ 3, 141592653589793). As chances de esse fenômeno ocorrer por acaso é quase nula. Até o século 6 d.C., o “pi” havia sido calculado só até o quarto dígito.
Mistérios? Isso é só o começo!
A Grande Pirâmide pode ser a mais velha estrutura na face do planeta. É a mais corretamente orientada, com seus lados alinhados quase exatamente para o norte, sul, leste e oeste. É um mistério como os antigos egípcios conseguiram tamanha precisão sem utilizar uma bússola, assim com é incrível que até agora ninguém tenha aparecido com uma explicação para o enigma.
Ao que parece, todas as construções na planície de Gizé estão espetacularmente alinhadas. No solstício de verão, quando visto da Esfinge, o Sol se põe exatamente no centro da Grande Pirâmide e de sua vizinha, a pirâmide de Quéfren. No dia do solstício de inverno, visto da entrada da Grande Pirâmide, o Sol nasce exatamente do lado esquerdo da base da cabeça da Esfinge e passa toda a cabeça até se pôr ao lado direito de sua base. A geometria das três pirâmides tem sido uma fonte de confusão por muitos anos por causa da maneira aparentemente imperfeita com que foram alinhadas. É curioso, porque foram os egípcios os inventores da geometria.
Por outro lado, a pirâmide está colocada num lugar muito especial na face da Terra. Ela está no centro exato da superfície terrestre do planeta, dividindo a massa de terra em quadrantes aproximadamente iguais. O meridiano terrestre a 31º a leste de Greenwich e o paralelo a 30º ao norte do equador são as linhas que passam pela maior parte da superfície terrestre do globo. No lugar onde essas linhas se cruzam está a Grande Pirâmide, seus eixos norte-sul e leste-oeste alinhados com essas coordenadas. Em outras palavras, a Grande Pirâmide está no centro da superfície terrestre. Ela é, por assim dizer, o umbigo do mundo.
Muitos arquitetos e engenheiros que estudaram a pirâmide concordam que, com toda a tecnologia de hoje, não conseguiríamos construir nada igual. Será? Às vezes as pessoas preferem acreditar em qualquer coisa menos na capacidade do gênio humano. Foi com essa intenção que, em 1944, um grupo de arqueólogos tentou construir uma réplica da pirâmide, sem usar a tecnologia moderna, nem mesmo a roda, mas seguindo uma escada proporcional de tamanho, tempo e número de operários, 40 vezes menor. Isso resultaria justamente nos 10 m que faltam ao cume da Grande Pirâmide.
Cordas e varetas serviam como instrumentos para medição e demarcação do terreno, as pedras foram cortadas a cinzel nas pedreiras distantes, transportadas de barco e empurradas até o local da empreitada que ficaria ao lado da pirâmide de Quéops. O sistema utilizado para erguer as pedras foi uma combinação da rampa com as alavancas. Tudo como nos velhos tempos.
Para surpresa geral, as pedras foram se encaixando com precisão milimétrica e a construção progrediu, apesar dos atrasos provocados pelo desconhecimento da metodologia da época, que teve de ir sendo desvendada na base da tentativa e erro. O que frustrou o sucesso da empreitada foi o tempo. Se a equipe dispusesse de alguns dias a mais, além dos 45 dias determinados pela construção, teriam construído uma Grande Pirâmide em escala.
Será? Como se sabe, os problemas e dificuldades são exponenciais dependendo-se do tamanho da obra, tanto quando falamos no infinitamente grande como no infinitamente pequeno. Criar um modelo em escala confortável e dizer que se pode criar algo de tamanho astronômico baseando-se nestas estimativas é besteira. Besteira e temerário, pois faz com que se acredite que uma mentira possa se tornar verdade. Acredito que os problemas nem exponenciais são, mais sim, logarítmicos. Construa uma casa com paredes de 2,70 metros de altura. Agora, construa a mesma casa com paredes de 200 metros de altura e isso, com todos os materiais em escala (tijolos, vigas, portas, janelas, telhas e telhados, etc.). Será possível?
Robert Bauval e Adrian Gilbert desenvolveram um estudo astronômico sobre as pirâmides e publicaram suas descobertas, preliminares, no livro THE ORION MYSTERY, editado pela Heinemann. Eles também fizeram um documentário para a TV em 1995, lançando uma nova e intrigante luz sobre o assunto.
Os pontos de vista expressados no livro e no documentário foram inicialmente desprezados pelos egiptólogos acadêmicos, mas, conforme as evidências foram desvendadas e, como isso, reforçando essa idéia, mais e mais cientistas estão aceitando esses fatos.
Embora Virgina Trimble e Alexander Badawy tenham sido os primeiros a notar que os "respiradouros" da pirâmide de Quéops apontavam para a Constelação de Órion, aparentemente com o objetivo de mirar a alma do rei morto em direção àquela constelação, Bauval foi o primeiro a notar que o alinhamento das três pirâmides era uma acurada imagem espelhada das Três Marias, como são chamadas no Brasil as estrelas Alnitak, Alnilam e Mintaka, que formam o "Cinturão de Órion”. A isso ele deu o nome de Teoria da Correlação, que forma a espinha dorsal de sua pesquisa.
As pirâmides há muito vêm fascinando Robert Bauval que é um engenheiro egípcio, filho de pais belgas, nascido em Al-Iskandariyaa (Alexandria) e passou a maior parte da sua vida trabalhando no Oriente Médio. Por muitos anos ponderou sobre o significado de Sah, a constelação de Órion e sua ligação com as pirâmides.
Bauval sabia que o aparentemente desalinhamento na disposição das três pirâmides em Gizé não era acidental. O problema há muito ocupava sua cabeça e a de seus amigos engenheiros. Muitos concordavam que o alinhamento, embora incomum não poderia ser um erro, dado o conhecimento matemático que os egípcios tinham.
Enquanto trabalhava numa obra da Arábia Saudita, Bauval costumava passar as noites com a família e os amigos num churrasco no deserto. Num desses finais de noite ao redor da fogueira, um amigo engenheiro, que também era astrônomo amador, apontou para a constelação de Órion, que se levantava atrás das dunas. Ele mencionou de passagem que as estrelas que formavam o cinturão do caçador pareciam imperfeitamente alinhadas, e não formavam uma diagonal reta. Mintaka, a estrela mais à direita, está ligeiramente fora do prumo.
Enquanto o amigo explicava, Bauval extasiou-se, pois o alinhamento das três estrelas do cinturão correspondiam perfeitamente ao das pirâmides de Gizé!
Inicialmente Bauval usou o programa de astonomia Skyglobe para checar o alinhamento das estrelas em 2450 a.C. O software foi suficiente para clarear a mente de Bauval quanto ao valor da sua descoberta.
O programa Skyglobe também pôde colocar a Via - Láctea nos mapas celestes que produz, e ao fazer isso Bauval encontrou as evidências para a sua teoria.
Gizé está a oeste do Nilo, da mesma forma que Órion está a "oeste" da Via - láctea, e na mesma proporção em que Gizé está para o Nilo.
Bauval calculou a precessão das Três Marias e descobriu que, devido à sua proximidade no espaço e à sua grande distância da Terra, há 5 mil anos as estrelas apareciam exatamente do mesmo modo como são vistas hoje. Claro, elas mudaram em declinação, antes estavam abaixo do equador celeste, a cerca de 10 graus de declinação.
A astronomia é fundamental na Teoria da Correlação de Bauval. Em um ciclo de 26 mil anos, o eixo do nosso planeta oscila levemente e isso leva a uma mudança aparente na posição das estrelas. Esse fenômeno é conhecido pleno nome de precessão. Enquanto a Terra oscila, a Estrela Polar que marca o Pólo norte celeste vai mudando. Atualmente, a estrela Polaris marca esse ponto, mas, na época das pirâmides, no lugar dela estava Thuban, da constelação Draconis. Dentro de dez anos, a estrela Vega, da constelação de Lira, irá ser o pólo norte celeste.
Outra mudança na posição das estrelas é provocada pela expansão do universo. As estrelas não estão paradas no espaço, elas possuem um movimento próprio. Algumas estão se movendo em direção à Terra, enquanto outras estão se afastando. Grupos de estrelas relacionadas, como as Três Marias, em Órion, tendem a se mover juntas pelo espaço.
A mudança da posição de uma estrela está, entre outras coisas, em função de sua distância do local de observação. Estrelas que estão muito longe parecem se mover bem devagar. Este é o caso das Três Marias, distantes aproximadamente 1,4 mil anos-luz Terra. Assim, através dos séculos, elas mudaram sua declinação, e hoje nascem e se põem em tempos diferentes, porém, mantêm sua forma característica por causa da distância.
É muito importante entender que o céu era diferente no tempo da construção das pirâmides. A forma geral das Três Marias tem permanecido igual, embora muitas outras partes do céu tenham mudado drasticamente. Graças aos sofisticados programas de computador, é possível projetar o céu de volta no tempo e foi isso que permitiu a Bauval verificar e construiu sua teoria.
As relações que tal descoberta implica são fascinantes. Os egípcios eram dualistas, ou seja, tudo em que pensavam e em que acreditavam tinha sua contraparte. Causa e efeito, direita e esquerda, leste e oeste, morte e renascimento, etc., e nada era visto isoladamente. Eles construíram em Gizé uma réplica exata do cinturão de Órion, o destino do Faraó, o Duat. Longe de ser uma tumba, a pirâmide seria o ponto de partida da jornada do rei morto de volta às estrelas de onde veio.
A egiptologia tradicional acredita que os egípcios praticavam a religião solar, centrada na adoração de Ra. O culto a Ra, cujo centro era Heliópolis, a Cidade do Sol, era sem dúvida importante, mas parece que era um apêndice de uma religião estelar ainda mais antiga. Toda a evidência que tem surgido sugere que Ra era meramente um dos instrumentos pelos quais o rei retornava ao tempo primordial, e não ao seu objetivo final.
A aplicação da Astronomia ao estudo do Antigo Egito mostra que as estrelas tinham importância definitiva no destino final do rei, como se pode notar pelo texto 466 recolhido na pirâmide: "Ó Rei, és esta grande estrela, a companheira de Órion, que gira pelo céu com Órion, que navega o Duat com Osíris..."
O rei era muito importante por ser o elo entre os deuses e os homens, e era tratado com enorme respeito na vida e na morte. Desde o momento de seu nascimento era educado e treinado para seu retorno às estrelas. Cada aspecto da sua vida estava associado com sua jornada. Ele aprendia as rezas e encantamentos (muitos foram colocados nos Livro dos Mortos), que lhe garantiria uma jornada segura. Seu objetivo na vida era um retorno bem-sucedido e a pirâmide, longe de ser uma tumba ou um memorial, era um ponto de partida dessa grande jornada.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Só apimentando Órion
Se ÓRION tem um segredo, eu não sei! Acho que tem vários...
Mas, o que mais me impressionou nos últimos anos foi detectar que todo o programa
APOLO da NASA
está baseado nesta Constelação.
É só verificar...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Que língua é essa?
Acho que deve ser influência da Língua Espanhola ou Italiana nesse tal de Português!
Ana: Maria que bom que ocê veiu!
Maria: Nem vinha, meu pai ta cum poblema.
Ana: Cum qui ele ta?
Maria: Ta mal do figo!
Ana: Hum, ce já deu bordo?
Maria: Ixi, ele toma bordo qui nem café...
Ana: Deve se os nervô então...
Maria: É... Mais ele diz que pros nervô só caninha!
Ana: Mais desse jeito num vai da pra mim fazê nada, pruque ele pressis pará de bebê!
Maria: Eu já falei isso quando ele caiu da bicicreta, mas num diantô nada. Véio cabeça dura!
Ana: Parece prástico duro! Eu sei quem pode aresolve o caso dele. Leva esse paper cum ocê.
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