quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Coxinhas or not coxinhas? That is the pastéis...





Acabei de ser chamado de coxinha por um "amigo". O pior é que é amigo mesmo, de décadas, mas como toda a humanidade, tem lá seus defeitos, alguns deles, incluem o de pertencer e acreditar nessa seita denominada PT. Se é um amigo que me chama, não só de "coxinha", mas do exemplo de um puro "coxinha" e ainda continua meu amigo, não vai nem ligar se eu o mandar para perto de sua mãe, certo? 

Eu sei que esses "seitosos" deliram quando escutam frases "marxistas" porém, quando Karl copiou a analogia "Die Religion ... Sie ist das Opium des Volkes", deveria ter deixado mais claro que essa frase era uma "analogia" e que o seu verdadeiro significado era outro. Ele falava em religião, mas não naquela que existe um Deus, ou deuses, mas na religião cabal, aquela criada pela vontade e manipulação dos homens.  

Meus amigos "não coxinhas" de Facebook ou não (que hoje devem bater na casa das centenas), vão querer me crucificar após o meu posicionamento, porém, eu também não sou obrigado a gostar do que eles falam ou escrevem, sendo assim, "truco tudo o 6s"!

Bom, como várias vezes escuto esse "elogio", pois sempre que tenho um posicionamento controverso e divergente da cartilha do partido, vem algum "otário" e me chama de "coxinha"! Coxinha de manhã, coxinha de tarde e coxinha de noite. Chega uma hora que "coxinha" é a mãe! Mas vou dizer uma coisa, coxinha enjoa menos que "pastel"...

Quando fui procurar as explicações e os porquês da utilização deste termo pelos "da seita" e também, qual seria o motivo de utilizar esse adjetivo contra todos e quaisquer "daqueles" que não "professam" o "credo petista", ou seja, no frigir (com manteiga) dos ovos, para cima daqueles que não fazem parte do bando (até para cima dos "outros" de esquerda, talvez os verdadeiramente "sinistros", que sofrem com essa alcunha quando contrariam o "chavismo-lulista"). 

Então, descobri um "blog" cujo autor é um "tal de quem" e sua página, um sequer de "trazdoarmário" (que por sinal é muito sugestivo, já que é trazer para fora aquilo que está dentro é algo muito importante hoje em dia) que se propõe a trazer-nos preciosas explanações sobre o termo. 

Gostaria, no momento, de exortar a todos que pesquisem, duvidem, e reajam a tudo que lhe é imposto (pois o Brasil é o país dos impostos), mas no meu "blog", eu me utilizei de jogos de palavras: "tempaisqueecego", lá nos idos de 2009, pois antigamente, no meu tempo de criança, acho eu, existia uma frase de um certo humorista que exclamava:- "tem pai que é cego" (até, antagonizando com o outro "blog" em questão) e, a partir disso,  alterei a palavra "pai" pela "país"(agudo no "i"), com objetivos claros e óbvios de intenção e intensão, visto (flexão do verbo ver e do verbo vestir,  tudo junto e ao mesmo tempo)  a conjuntura da época!

Mas vamos voltar a questão de "coxas"...

O sicrano (que não é ciclano) explica que o termo "coxinha".... Ah!! Por que "sicrano" e não fulano ou beltrano? Por que?   Por que, o quê? E, por que não (diferente de: É porque não!)? As vezes eu me perco nesses labirintos de insanidade pura, mas deixemos o desequilíbrio de lado... Então, segundo ele, "coxinha" é um termo "paulista" que se relaciona com a polícia, ou melhor, com o "vale-coxinha" que a polícia recebia para almoçar, pois naquela época, só servia para pagar uma "coxinha"! O texto também diz que esse estereótipo do "coxinha paulistano" que quer aparentar o que não é ou o que não tem (o estereótipo é meu, das duas formas possíveis empregadas no texto). Em outra parte, informa que foi uma forma dos "marginais" denominarem um policial. Com o tempo, ganhou fama e chegou "a termo" depois de ser "coroado" pelos estudantes da USP (não generalize meu caro, FFLCH, ECA e FE não são "toda" a USP e, mesmo assim, somente uma pequena parcela dos componentes destas unidades são afeitos a esta sua aversão policial, pois, quem não deve não teme!). 

O sujeito (que nasceu no Rio), curiosamente, faz uma analogia contrária a "coxinha", utilizando o termo "pastel" onde, pastel aceita tudo, mas coxinha, somente frango desfiado e, no máximo, acompanhado de Catupiry. Sendo assim, sou obrigado a concordar com o termo! Se é assim que vocês, que aceitam tudo,  preferem ser "comidos", me desculpem, "chamados", que "assim seja". PASTÉIS!!

Dor de cotovelo dói, dói mais do que parto ou cólica renal e o pior de tudo, não tem remédio que de jeito nisso, sô! Hoje, alguns "pastéis" estão endinheirados, ricos e até "miliardários", porém, nem todo dinheiro do mundo vai dar "berço" à quem nunca os teve. "Berço" não se compra, se nasce com ele ou não! "Berço" independe de conta bancária, posses ou dos "empoçados" (não errei, continuo me referindo aos com "ss", só que com outra analogia ), pois "berço" vem de atitudes, educação, nobreza de sentimentos e herança cultural, tudo de longa data e na veia.




    

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

SONHO SONHADO




Eu sempre tive fama (se fama entre familiares pode ser considerado como “fama”) de ter sonhos vívidos e, nos últimos anos, ando tendo sonhos com gente famosa do circuito nacional e internacional. Já sonhei com tanta gente e, quando acontece nos sábados ou domingos, tenho a oportunidade de comentar com a Amanda no café da manhã, os outros, lembro no caminho do trabalho e até, alguns dias depois, justo quando surge alguma coisa que me remeta ao sonho. Mas, o normal é que eu acabe esquecendo. Deveria anotar,  mas  não anoto e assim, acabo esquecendo.

Meus sonhos não são como um "soinho" qualquer (como se eu soubesse como são os sonhos dos outros), são sonhos densos, complexos, profundos, agitados e vez por outra, muito pesados. Parecem filmes de tantos detalhes. Reconheço vestimentas, climas, horas do dia ou da noite (normalmente o ambiente do “sonhado” é sempre, ou me parece, no final da tarde ou no início da manhã. Eu não tenho muita certeza disso, mas acho que está mais para final de tarde ou início de noite, ou início da manhã ou, sei lá! Uma hora eu acho que é uma coisa, em outra, acho que é outra mesmo), se este se passa em outro pais ou outra época. Muitas vezes, no sonho, falo outras línguas que conheço, mas outras vezes, falo (ou entendo) línguas que não tenho a mínima ideia da pronuncia. Mas, a maioria das vezes é o português que predomina.  São extremamente vívidos!  

As pessoas dão rizada quando comento, mas são, absurdamente, detalhados. Se eu colocar um desses sonhos e uma lembrança de algo real, um ao lado do outro, não consigo diferenciar a lembrança real, do sonho. A única diferença é que no sonho, não existe sequência, nem inicial e nem final, diferente da realidade, porém, todos os sentidos funcionam iguaizinhos. Visão, audição, olfato, paladar e tato, são tão reais, que deixam lembranças depois que acordo! 

Já comeram King Crabs? Não? São crustáceos parecidos com caranguejos, mas enormes! São pescados nos mares do Norte, principalmente no perigoso Mar de Bering no Alasca. Eu já sonhei que estava me deliciando com esse negócio. O gosto nem se parece com caranguejo e nem com lagosta. É algo mais parecido com alguma coisa que lembre frutos do mar, porém, muito mais leve! Não dá para explicar (ainda mais sendo sonho) porém, meu sonho diz que King Crab tem gosto de King Crab! O pior, é que eu tive a oportunidade de experimentar na realidadee tirar a dúvida. Passei a semana toda dizendo que iria experimentar o “bicho” e, todas as vezes, aparecia algo que me fazia esquecer do crustáceo. Passava por diversos restaurantes que serviam a iguaria e me lembrava da minha vontade. Dizia para a Amanda: - “Hoje a noite,  esse bicho não me escapa”.... Mas, escapou!!

Outras coisas que experimentei antes nos sonhos, tiveram o mesmo gosto daquilo que sonhei, mas só de lembrar me dá água na boca! Acho que em São Paulo tem um restaurante que serve isso, porém, eu queria comer nos especializados e onde eu estava, tinha um em cada esquina!

Voltando ao sonhos, as vezes, meus sonhos parecem superproduções do Spielberg. Quando falo isso, o “pessoal”  também ri! Eu reafirmo, “é muito doida essa minha experiência sonífera”, mas eles nem tem ideia do que é sonhar desta forma. Sonho com cada coisa tão louca e de um jeito muito doido. O melhor de tudo, sem drogas!

Já sonhei com coisas que existem ou que ainda não existem. Coisas que não existem e um dia, acabam existindo. Sonho com gente que conheço e gente que não conheço.  Por exemplo, uma noite dessas sonhei com a Dilma. Sério...  E o assunto, pela “sensação” (pois não lembro da história)  era muito sério. Não conheço a Dilma pessoalmente, mas conheço pela televisão, fotos, etc. Se parar na minha frente, eu vou saber quem ela é, mas tem sonhos, que sonho com pessoas que nunca vi. Converso, almoço, janto, danço, bebo, viajo,  etc., e nunca vi na minha vida esse pessoal (bom, pelo menos, não nessa vida).

Algumas vezes (mais raramente. Umas duas ou três vezes por mês) sei que que estou sonhando, ou seja, tenho “no sonho” consciência que estou em um sonho. Infelizmente, nunca consegui controlar a minha atuação no sonho, mesmo sabendo que estou em um sonho e  conhecendo as técnicas de sonho consciente, tipo, olhar no relógio, falar determinada palavra código, etc.,  meus sonhos seguem o seu (dele) “script”. Não tenho o costume de anotar o sonho, mas acho que deveria. Podemos dizer que: “Isso, ainda, não é imprescindível na minha vida”. O dia que for, eu anoto e uso as técnicas dos sonhos conscientes.

Como eu disse,  só venho a lembrar do sonho horas ou dias depois. Quando acontece no final de semana, eu aproveito e conto para  Amanda nas outras vezes,  faço como fiz hoje e peço para que ela não me deixe esquecer do assunto, porém, a memória dela é como a minha, “flash”! Se não anotar, “puft”, vai embora...  O mais estranho foi que hoje ela lembrou de me lembrar e eu, como não tinha esquecido, já estava fazendo anotações.

Esse sonho  de hoje, já que lembrei, vou aproveitar e relatar. Não sei porque, mas vou relatar e relatar conforme e precisamente como sonhei! 

Sonhos, no meu caso, começam a ter consciência em determinado ponto da narrativa (narrativa minha, já que não é filme e não existe um “narrador”. Também não tem música de fundo, mas se tivesse, seria bem interessante). Ainda não descobri porque, mas nos meus sonhos, existe algo anterior que é lembrado e que dê uma sequencia inicial, mas não fica bem definido, ou seja, os detalhes ficam esmaecidos, meio apagados ou confusos (coisas de sonho e, ainda bem que isso existe e é percebido, senão eu iria confundir sonho com realidade e, aí já viu, "toca" visitar mais psiquiatras).

Esse meu sonho de hoje, começa comigo (é claro), esperando minha filha (também não sei qual delas). Eu sei que esta filha (a do sonho) é pequena (mas eu sonho com minhas filhas pequenas, adolescentes e, às vezes, velhas, mesmo que elas não aparentem, no momento real, o que aparentam nos meus sonhos). A garotinha, que tenho certeza era "filha", deveria ter uns cinco ou seis anos (a minha filha pequena está com quatro, porém, não tenho certeza se era ela no sonho, até pode ser, pois é “pequena” e eu fiz a analogia com ela, mas isso não é uma regra). 

Pausa!

Eu estou escrevendo a medida em que vou lembrando dos detalhes. Resolvi fazer assim para que seja um relato e não uma história. As vezes pode parecer confuso, mas eu e meus sonhos somos confusos. Algo que no momento que escreve eu não sei, é porque na hora do momento no sonho, eu também não sabia e, assim, sucessivamente! 

Retornando a narrativa!

Eu estava em algum lugar esperando a minha filha sair da escola, em algum lugar parecido com uma lanchonete ou restaurante. Como é a parte inicial da consciência do sonho, as imagens não são bem “traduzidas”. Não usei o termo “nítidas” pois esse não expressa bem essa situação dos meus sonhos. A imagem é nítida nesse momento, porém, como se apresentam em “flash” de lembranças, é como se você tentasse se lembrar de algo que não prestou atenção e que tenha acontecido há muito tempo. A cena se apresenta com uma certa “conturbação” ilógica.  

Bom, mas isso é o que acontece comigo antes de o sonho ser, realmente, vivenciado.Não sei se acontece com todo mundo da mesma forma! Quando o sonho começa a ser “vivenciado” (ou, quando essa, no caso, vai ser a parte que eu vou me lembrar ao acordar), as imagens, falas, barulhos são tão nítidos, precisos e lógicos que não diferem em nada com a realidade e, nesse sonho, estou eu lá, à espera da saída de minha filha da escola (traduzi como escola, mas pode ser qualquer outro local fechado com uma portaria, como academia, teatro, uma festa, sei lá. A melhor tradução para o sonho foi de uma escola e, por favor, entenda desse jeito e não seja mais chato do que eu!).

Como disse acima, nesse início da vivência, me parece que estou em um tipo de lanchonete ou restaurante aguardando a saída da minha filha da escola. Não é algum lugar que eu conheça. Na verdade, sei onde estou (no sonho), mas deste lado (da realidade) não conheço onde estou. Aguardo a saída da minha filha da “escola” e a única coisa que me chama a atenção, são as vestimentas das pessoas. É inverno.

Estranho! Nesse momento do texto, acabei de fazer a primeira gravação deste arquivo  e como nomeio meus arquivos usando o assunto e a data, descobri que hoje é 13 de janeiro de 2016 e, segundo os astrólogos, estou entrando em meu “inferno astral”, pois faço aniversário no dia 13 do próximo mês. Mas isso não tem nada a ver com meu sonho, ou teria??

Vou fazer várias repetições, tanto para explicar cada fato, como para que eu possa lembrar melhor das cenas. Continuando... Em certo momento, levantei-me para ir pegar minha filha na entrada desta “escola”, porém, ao ultrapassar o que me parecia um portão de um muro de vidro transparente (é isso aí, havia uma barreira de vidro transparente que me separava da onde eu estava e para onde eu queria ir), vi  que minha filha vindo correndo para me encontrar. Era uma espécie de praça na frente dessa escola e o piso era como aqueles filetes ou “quadradinhos” de granito branco, que  usavam antigamente para fazer calçadas (acredito que parecido com as calçadas de Copacabana). Fiquei bravo por ela ter saído sem me esperar e, depois de pegá-la no colo, voltei ao lugar que eu estava esperando e deixei-a com a mãe (neste momento do sonho, a Amanda passou a fazer parte dele e a minha filha se tornou a Mariamne , que hoje tem quatro anos de idade), disse a ela (Amanda) que iria voltar e falar com o porteiro da escola sobre o ocorrido e exigir satisfações. Eu estava muito bravo. Mas bravo mesmo! Se eu não estivesse relatando isso por escrito, diria que, na verdade, eu estava muito “puto” com o ocorrido. Fui abrindo caminho por um monte de gente que ia e vinha daquela passagem no muro de vidro e quando me aproximei do mesmo portão, olhei para baixo e a direita (local onde estava a saída da escola) e vi o Barack Obama (Presidente dos EUA) sentado em um banquinho, sozinho, ao lado da catraca do local. Saquei meu celular e bati uma foto! Fui seguindo o muro transparente e bati várias fotos. Não acreditava no que estava vendo (Acho sonho muito divertido. Você não acredita que estava vendo alguma coisa mesmo vendo aquilo em um sonho. É sui generis). Bem, o Barack estava vestindo um terno preto (tipo Men in Black), de óculos escuros e rodando na cadeira da catraca, de um lado para o outro, sem prestar muita atenção em quem saia ou entrava. Estava com os olhos vagando o infinito! Guardei o celular e fui falar com ele! Eu ia dar uma bronca no porteiro que deixou minha filha sair sozinha, se esse porteiro era o então, todo poderoso presidente da mais poderosa nação do mundo. Ainda mais, esse cara que eu admiro?  É claro que desisti da bronca...

Cheguei perto dele e falei:

- Hi, Mr. President! Excuse-me... I am Brazilian and (I) speak English (a) little bad! But, I was very angry!

- Please, sit here, beside me! Disse ele.

Eu comecei a contar que iria dar uma bronca em quem deixou minha filha sair sem que eu estivesse lá, mas quando vi quem era, mudei de ideia. Porém, que continuava muito bravo (Tudo mentira! Eu estava ao lado do Presidente dos EUA e, nem me lembrava mais que minha filha tinha saído sozinha da escola).

Ele abaixou os olhos e pediu desculpas...

Notei algo de muito triste em seu semblante. Perguntei se estava tudo bem, se tinha acontecido alguma coisa, etc. Ele não respondeu e eu, como sempre incisivo que sou (até no sonho), afirmei: - O Senhor não está feliz!

Ele me olhou com uma feição pesarosa e assentiu. Nisso, chegou uma mulher negra (fiquei na dúvida se era a Michelle Obama, pois achei a mulher um pouco gorda demais), estava de vestido negro, com um casaquinho curto e felpudo, também negro. Um pouco sem educação, me deu um “bypass” e pegou nos braços do Obama e saiu puxando-o para algum lugar.

Eu ainda lhe perguntei quanto tempo mais (me referindo ao tempo restante de presidência) e ele, já saindo, fez o sinal com a mão com quatro dedos e disse, quarenta e quatro. Fiquei na dúvida se ele queria dizer quarenta e quatro meses ou quarenta e quatro dias.

Logo após essa cena, acordei com a Amanda me chamando: - Nel, acorda senão você perde a hora (Olhei no relógio e pensei comigo mesmo: Como alguém pode perder a hora as cinco horas da matina?  Bem, se esse alguém morar onde eu moro e pegar a Raposo Tavares a partir das cinco da manhã,  é bem provável que cada minuto de atraso faça uma “bruta” diferença).

Acordei, mas me lembrando do sonho todo e disse a ela: - Não me deixe esquecer que sonhei com o Obama!

Levantei e, desde então, fiz de tudo para não esquecer do sonho e dos detalhes. 

Como estamos em um processo “on-line” de “escrituração”, ainda não verifiquei na “internê” quando ele deixará o governo, se a Michelle Obama engordou ou porque todo mundo, naquele local, estava de preto. Só vi uma postagem no meu “facebook” dizendo de um discurso dele, que acho que foi feito ontem...

Pronto! Já escrevi, agora vou postar no meu “blog” e depois, somente depois, vou verificar as informações e analisar o sonho, que ainda está bem marcado em minha mente. 

Isso é uma forma de eu não me contaminar e não contaminar os dados do meu sonho!

Mas pensando bem.... Que sonho mais besta esse!


Não interessa. Se tive todo esse trabalho por causa desse sonho sem pé nem cabeça, vou registrar assim mesmo!

fui...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Chico ladrão!

F. B. H


Chega pelas mãos do deputado federal e historiador Chico Alencar (PSOL/RJ) uma narrativa deliciosa. E ela consta no livro “Meu irmão alemão”, de autoria do compositor e escritor Chico Buarque de Holanda. Neste texto que você vai ler adiante, de autoria do outro Chico, o parlamentar, o autor de A Banda, Construção, Meu Guri entre outros grandes sucessos da MPB, tem exposta sua prisão. Isso mesmo. E não por uma bobagem qualquer. Mas por roubo. Parece estranho? Parece. Mas ele e um outro amigo furtavam carros nos idos de 1961 como traquinagem de menino rico. Se apropriavam do automóvel para dirigir pela capital até a gasolina acabar."  (Fernando Correa)



PIVETES FURTARAM UM CARRO: PRESOS
Por Chico Alencar

“A legenda da foto estampada na edição de 29 de dezembro de 1961 do jornal Última Hora, de São Paulo, dizia: “A dupla de pivetes F. B. H. e O. J., os autores do furto do automóvel”. Foi a primeira vez que Chico Buarque apareceu na imprensa. Uma das diversões do que se chamava na época de juventude transviada era roubar carros para passear até que acabasse a gasolina. Mas naquela noite a dupla cometeu um erro. Apossou-se de um carro que já havia roubado. O veículo, desligado, desceu silenciosamente uma das ladeiras do Pacaembu. Quando os pivetes deram a partida, nada de o motor funcionar. Sem saber que o dono havia retirado uma peça chamada cachimbo, sem a qual o motor não funciona, continuaram tentando. O barulho chamou a atenção dos policiais de uma viatura que passava por ali. Os garotos foram algemados, colocados dentro do camburão, onde já começaram a apanhar, e levados a uma delegacia para que admitissem fazer parte de uma quadrilha de profissionais. Depois de mais algumas cacetadas, alguém se convenceu de que os meninos eram menores de idade. Passaram a noite no Juizado de Menores, e no dia seguinte coube à irmã Miúcha resgatar o mano delinquente. Pior que as agressões foi a pena complementar imposta pelo juiz: seis meses de absoluta reclusão noturna. Até que completasse 18 anos, Chico só poderia sair de casa durante o dia, para ir à escola. O jornalista Humberto Werneck identificou uma curiosa coincidência de datas: “Seis anos mais tarde, também num 29 de dezembro, a imprensa haveria de abrir largos espaços para relatar a entrega do título de cidadão honorário paulistano ao pivete de 1961″. As fotos – de perfil e de frente – de seu fichamento na polícia inspiraram a criação da música e integraram o mosaico do álbum Paratodos (1993), cujo projeto da capa é do próprio Chico”.


LADRÃO?

Não tente fazer um paralelo disso com o "hoje em dia". A "molecagem" acima, se deu nos inícios dos anos 60.

Isso não era roubo, era "molecagem" mesmo! E, mesmo sendo inconsequente, não passava disso. Eu, nos idos de 70, fazia a mesma coisa e, com menos idade que o F.B.H. Enquanto eles tinham, em tono de 16 e 17 anos, em 1961, eu tinha 12 em 1972,  porém, não roubava o carro dos outros como eles faziam, "roubava" o carro da minha mãe, do meu pai ou do pai de um amigo (é claro que com o amigo junto).

Cheguei a fugir diversas vezes da polícia, tanto de "fuscão", como de "brasília" (veículo, pois naquela época ninguém conseguia fugir de Brasília, aquela do Planalto Central).

Quando gritavam "Olha o Juizado", saía correndo dos "fliperamas" da cidade (as vezes pelas janelas minúsculas dos banheiros ou pelos forros de alguns locais, pois o "Juizado de Menores" era a nossa polícia ou, a polícia da nossa idade, a polícia das "traquinagens". O "Juizado" e suas temerosas "rurais" (Rural Willis), pois as "veraneios", essa a gente nem ligava, pois  eram utilizadas pelo DOPS  e esses, só iam atrás dos "assaltante de bancos" e "sequestradores" que acabariam, num futuro improvável, se tornando nossos governantes!



Mesmo nascido no meio da geração de Woodstock as únicas drogas que consumíamos eram as "cervejas" (mas coca-cola era melhor) e os "cigarros baforados", pois naquela época, ninguém sabia tragar!



Crimes? Estes estavam tão longe e tão distantes que eram impossíveis de vivenciar. Vez por outra eram notícias na TV, porém, o preto e branco não deixava a imagem tão vívida como deveria ser.

Ladrões, só existiam os "de galinha". Podia-se brincar de "polícia e ladrão" até altas horas da noite, sem perigo nenhum.

Naquela época, "comunista comia criancinha", porém, como já não éramos mais "criancinha", deixamos de ser o "menu" dos "subversivos. Na verdade, essa era a palavra em voga nos idos de 70 e poucos. Nada de comunista, socialista, esquerdista ou vermelhos, eles eram "subversivos". Nunca soube o que era um subversivo. Sabia que não eram "coisa boa", mas nunca ninguém me explicou a definição da palavra (Aquele que prega ou executa atos visando a transformação ou derrubada da ordem estabelecida; revolucionário), pois, caso contrário, eu teria que vestir a carapuça dos "subversivos", pois o que eu mais fazia era "subversão" e, tudo  isso, em uma casa de "direita".

As coisas, hoje em dia, estão mais complicadas. Lá, naqueles idos, preto era preto e gordo era gordo (não existiam "bichas", caso existissem, eram "bichas" mesmo). Eu tive amigos pretos, gordos (nenhuma bicha) e todos sobreviveram ao "buillying". Mas hoje é apologia ao politicamente incorreto! Mundo complicado esse! Todos os meus amigos pretos ou gordos (alguns preto e gordo, tudo ao mesmo tempo), eram meus amigos de verdade (e os que ainda vivem, ainda o são). Eram chamados de "preto" e de "gordo" e nunca tiveram nenhuma sincope psíquica! Os bocudos eram "sapos" e os narigudos "araras ou tucanos". A maioria ainda vive! E, muitos, mantém os mesmos apelidos.

Me lembro de um amigo que era  preto, gordo (esse eu não sabia se era bicha ou não) e adotado. Seu apelido era "filhinho" (chamado pela mamãe assim, mas entre nós, era o "filhinho" da puta! Nada a ver com as atividades da mãe do sujeito. Era somente uma forma que usávamos para identificação) e, nem por isso, ele deixou de ser o "filhinho". Nunca foi parar no "psicólogo", não virou drogado e nem bêbado. Acho que nem fumar na vida, o sujeito fumou!  É "filhinho" até hoje! Virou bicha, mas nunca se provou que isso foi por causa da sua cor, seu peso ou do apelido de "filhinho"!

Chico ladrão? Não! E ainda bem que foi preso na década de 60, se fosse hoje, Bye Bye BRAZIU!



 






quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Esquerda Marrom

NOSSA ESQUERDA NÃO É VERMELHA, É MARROM!


"Esquerda Caviar" (Esquerda caviar é um termo pejorativo originário da língua francesa, utilizado para descrever alguém que diz ser um socialista, mas que leva uma vida de luxos e glamour), já era. Ficou "démodée"!!  O lance agora é a Esquerda Marrom que, obrigatoriamente, não precisa mais ser contra o capitalismo. Veja o que a China se tornou. Uma escravagista comunista capitalista (?). Realmente, tenho que admitir, na China, tudo é falso, até o Comunismo! 

Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido por Chico Buarque (Hollanda com dois "L" (?) o pai tem somente um "L"),  músico, dramaturgo e escritor brasileiro que, para mim, é o maior e melhor compositor da música popular brasileira (MPB).  Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e de Maria Amélia Cesário Alvim, socialista declarado, auto exilou-se (?) na Itália em 1969, devido à crescente repressão do regime militar do Brasil nos chamados "anos de chumbo", tornando-se, ao retornar, em 1970, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização no país. Hoje, auto-exilado (?) em Paris devido a situação econômica do pais e das agruras do governo que ajudou a eleger e a proteger.

Nota: O dicionarista Aurélio Buarque de Holanda é um primo distante do pai de Chico.

Acho que o Chico deveria sair do "chico" e fazer somente o que sabe fazer de melhor, compor (no exterior, é claro)!

Roberto Campos, infelizmente,  fez a melhor definição dos representantes, militantes e apoiadores da nossa "esquerda", como tudo, bem brasileira!

"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca Cola." ( Roberto Campos )

Mas eu acho que artista tem mesmo que ser contra. Do contra tudo e qualquer coisa, contra a situação política, econômica, sexual, moral, etc... Artista que não é contra o governo ou não é artista, ou é governo!

Eu brinco que o Chico Buarque é "Esquerda Caviar" ou "Esquerda Marrom" porque foi militante ferrenho contra a ditadura militar, porém, nem sabia dos planos da "esquerda" em implantar a ditadura do proletariado e, segundo consta em sua biografia, além, vários amigos influentes na época, ainda tinha Vinícios de Moraes como um assíduo frequentador da casa de seus pais. Consta também que  a família tinha um apetite voraz para queijos e vinhos, ora franceses, ora italianos.

Chico foi e é um gênio, mas se tornou gênio quando lutava contra o "regime" da época, quando batalhava com suas músicas, uma liberdade ideológica.

Sempre foi um compositor fenomenal, um tradutor que conseguiu transliterar a vida cotidiana em prosa e versos, temperados com muita musicalidade de bom gosto.

Me ressinto vendo o velho Chico Buarque defendendo um governo, um só tipo de posicionamento político. O chico não nasceu para isso! Chico tem de ser  arruaceiro, amoral, ofensivo e defensivo!

Esse sim é o gênio!!

https://www.youtube.com/watch?v=oPLtOKRSzNA





















quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Bloqueio do Whatsapp? Desbloqueie....

Entenda o problema:

O bloqueio do Whatsapp se deu hoje as 0h00 (ou 24h00) por meio de uma decisão da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, mantendo-se o autor em sigílo.

Justiça manda bloquear Whatsapp por 48 horas

Como é de praxe, em frauda de nenê, não se sabe o que vai sair!

Crimes "graves" acontecem todos os dias através de telefones. Porque não bloquear os telefones também? E se houver crime no metrô, vamos bloquear o Metrô?

Me desculpem se há problemas nas técnicas de investigação ou no rito do próprio judiciário, mas, para tentar resolver um problemas (que nem é possível, pois não existem tais registros), criou-se 100 milhões de outros!!

Parabéns tupiniquins....

Mas, vamos ao que interessa:

Para liberar o whatsapp em seu celular, baixem o (por exemplo) Betternet no Google Play (mas funciona com qualquer VPN), instalem e rodem. Depois é só executar o Whatsapp normalmente!

Para acessar o Whatsapp Web, baixem o Private Tunnel (Também pode funcionar com qualquer VPN). Fechem todos os navegadores e executem a instalação. Confirme em seu email, execute o software e escolha um servidor fora do Brasil. Depois de logado é só abrir o navegador, acessar whatsapp web e utilizar normalmente. Veja a imagem abaixo com minha conversa com a minha prima e o horário, depois o print screen da página do Whatsapp Web.






Bom, estamos conectados desde às 0h30 desta madrugada do mesmo jeito!