sábado, 7 de novembro de 2015

Mais uma antiga! Vaidade...

Seção nostalgia!

Tenho eu culpa eu que pessoas novas "curtam" minha postagens velhas...

Eu vou relê-las e acho interessante!! Guardo aqui, porque no Facebook eu não encontro isso nunca!



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Deficiente Digital

Esta semana mesmo, publiquei algo que, me lembro bem, tinha Millôr Fernandes no meio. Lembrei disso, porém, ainda não me lembro do que se tratava e vou ter que procurar op que escrevi! O problema é que, sempre que procuro algo, acho outra coisa e isso me faz com que eu me remeta à outra coisa e mais outra, que no final, nem me lembro mais o que eu iria fazer.

Minha vida é uma "vibe" tão grande, que as vezes nem me lembro do que fiz ontem, ou, dependendo da frequência (no sentido de vibração e não de repetição) , nem do que fiz na última hora!

São tantas indas e vindas, dizeres e orações, gritos e palavrões. Coisas lindas e coisas não tão belas. Porém, esse é o mundo que eu vivo. Isso é o que eu sou e isso é o que eu tenho. Sendo assim, melhor ter boas lembranças do que pensar em um futuro que ainda não chegou e talvez nunca chegue( mesmo que esse futuro seja amanhã, até amanhã) Melhor até lembrar de  lembranças não muito boas do que não ter lembranças nenhuma para lembrar.

São as lembranças que moldam o meu presente e o meu presente é que define o meu futuro!

Com estou, digamos,  em um momento de "remember"! Lá vai outra "curtida" em texto antigo que resolvi, também guardar! Não acertei os erros ortográficos, porque isso também faz parte da história, ou seja, baseado nisso, podemos até inferir que a história é feita de erros e acertos.... (Hoje a filosofia está me consumindo)!

Vamos lá! Essa é mais novinha, de janeiro de 2013. Há quase 3 anos...



Como é pequenininho e também tem a ver com o que escrevi acima. Vou "colar" mais essa abaixo:


Fim do Mundo - Eu nem me lembrava disso (Mayan prophecies)

E eu, que nem me lembrava mais que o mundo tinha acabado.

Hoje, alguém, curtiu essa "velha" postagem de dezembro de 2012 e, resolvi salvá-la aqui, para lembrar que o mundo já acabou diversas vezes, porém, a primeira que eu estava presente foi essa de 2012 (Bom, que eu me lembre).

.... e lá se vão 3 anos sem mundo nenhum!!






terça-feira, 3 de novembro de 2015

Um experimento Socialista: Socialismo X Capitalismo (A socialist experience)

Um texto apócrifo de “internet”, conta-nos a história de um professor de economia na Universidade Texas Tech que nunca havia reprovado um só aluno em toda a sua vida, porém, após um experimento realizado em uma classe com tendências socialista, foi obrigado a reprovar a classe toda.

Esta classe, em particular, tinha insistido que o socialismo realmente funcionava e que, seguindo a ideologia socialista, ninguém seria pobre e ninguém seria rico em uma sociedade igualitária como a socialista e, tudo seria “justo”.

O professor então, propôs realizar um pequeno teste: - Vamos realizar um experimento socialista, mas ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas, disse ele.

Ou seja, a regra proposta determinava que todas as notas seriam concedidas com base na "média das notas da classe” e, portanto, seriam "justas".  Na verdade, a proposta indicava “subliminarmente” que ninguém receberia a nota 10 (dez) mas, em contrapartida, ninguém seria reprovado!

Após a primeira prova, ele recolheu todas as notas, tirou a média, e aplicou um 8,0 (oito) para toda a classe. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas não muito, já que 8,0 (oito) também é uma boa nota, porém, aqueles alunos que não se esforçaram gritaram de alegria com o resultado obtido.

Quando se aplicou a segunda prova, aqueles que não tinham estudado para a primeira, continuaram "não" estudando para a segunda. Os que estudaram um pouco, estudaram desta vez, menos do que para a prova anterior (todos esperavam tirar boas notas de qualquer forma mesmo).  Aqueles que tinham estudado bastante no início, resolveram que também se aproveitariam deste "método das médias" e, agindo contra suas tendências, não se esforçaram tanto. Como resultado disso, a "média" após a apuração das notas da classe ficou em 4,0 (quatro), o que ninguém gostou e as reclamações se iniciaram.

Depois da terceira prova, a média geral ficou sempre abaixo de 3,0 (três) e nunca mais voltaria aos patamares anteriores. As desavenças entre os alunos começaram a se intensificar, todols queriam descobrir os culpados pelo prejuízo. Brigas, discussões, ofensas, fizeram parte da atmosfera daquela classe. A busca por "justiça" era a principal causa das reclamações, mas, no final das contas, ninguém mais queria estudar para beneficiar o restante da sala e aumentar a média de notas da classe. Em consequência disso, todos os alunos repetiram o ano...

O professor, no último dia, ao entregar a "média" aos alunos, explicou que o experimento socialista tinha falhado. Não porque a "média" de notas de um grupo era repartida pelo próprio grupo, mas porque, a metodologia do grupo se baseou na filosofia do “menor esforço”. Se todos tivessem se empenhado e realizado a sua parte na proposta e estudar, mediante suas habilidades e esforços, é muito provável que a média se mantivesse em níveis elevados, porém, não foi isso que aconteceu.

Dificilmente um grupo heterogêneo, conseguiria manter-se em médias elevadas. Sempre haveria fracasso neste tipo de situação e, justamente, a partir da idéia na qual o experimento tinha  se baseado pois, quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso também é, mas quando a recompensa é "média" ou "nenhuma", o esforço tende a ser, também,  "médio" ou “nenhum".

Quando se retira algo de parte de um grupo para redistribuir à a outra parte menos favorecida, devemos ter idéia de que “todos” devem contribuir para o bem comum do grupo. Mas é quase impossível se obter um grupo homogêneo nos níveis de esforços e pensamentos. Sempre haverá os “aproveitadores”. Maiores ou menores, mas eles sempre estarão lá e, são esses que impedem a consecução dos objetivos socialistas, pois, ao se perceber que parte deste grupo (os dos aproveitadores), possuem os mesmos benefícios que a parte esforçada, esta parte esforçada, consciente ou inconscientemente, se vê tolhida no resultado de seus esforços. Sendo assim, o interesse pelo "esforço" começa a declinar. É óbvio para qualquer um que, se com esforço ou sem esforço seus ganhos são os mesmos, para que se esforçar?

Transferindo essa metodologia exemplificada para uma metodologia de atuação governamental, podemos prever que, ao se retirar as recompensas dos mais esforçados, sem o seu consentimento, para dar à outros, não muito esforçados. Mesmo que seja um problema conjuntural de oportunidades, o fracasso será inevitável.

Se ao invés disso, os governos fornecessem aos menos favorecidos, oportunidades de crescimento e aos aproveitadores do sistema, punições exemplares, é provável que esse sistema venha a ter um “certo” equilíbrio, porém, esses "tipos" de governos sempre punem a parte da sociedade que gera e desenvolve a renda, punem a parte da sociedade que paga seus impostos que no caso, são mal gastos e servem para manter uma “casta” de aproveitadores no poder, punem a parte da sociedade que sustenta suas próprias mordomias e faz com que seus governantes corruptos sejam cada vez mais corruptos.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de decretos ou leis".

Não adianta punir os ricos pela sua prosperidade, pois ninguém ficará próspero desta forma.

Pode-se até diminuir o “gap” entre os mais afortunados e os menos afortunados, porém, utilizando-se desta metodologia, a única coisa que se conseguirá é empobrecer os mais ricos diminuindo o "abismo", mas isso não enriquecerá os mais pobres.

Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, existe uma outra pessoa que trabalha sem receber o que lhe é devido (ou, até recebe, mas esse tipo de governo atua em se apoderar desses valores desiguais, esfaqueando-a e alijando-a desse "grande mal").

“Nenhum governo tem direito a dar à alguém aquilo que não é seu”.

Governo nenhum gera riquezas. Governo nenhum pode "dar" dinheiro a quem quer que seja, pois, Governos não possuem dinheiro.

O dinheiro não é do governo. O dinheiro público é dinheiro do povo que contribuiu para isso. Governo, no caso, é uma instituição pobre que vive "muito bem” as custas do trabalho e dinheiro dos outros.

Quando metade da população entender a idéia de que não precisa mais trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, é provável que essa outra metade, também entenda que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade.

Assim, chegaremos ao início do fim de uma nação!


"É impossível multiplicar riquezas, dividindo-as."

O Sistema Tributário explicado com Cervejas (Revisado)


Suponha que, todo dia, dez homens saíam para tomar cerveja e que a conta para os dez ficava em $100. Se eles pagassem sua conta da forma como nós pagamos nossos impostos, ficaria mais ou menos assim:

Os primeiros quatro homens (os mais pobres) não pagariam nada.

O quinto pagaria $1.
O sexto pagaria $3.
O sétimo pagaria $7.
O oitavo pagaria $12.
O nono pagaria $18.
O décimo (o mais rico) pagaria R$ 59.

Assim, foi o que eles decidiram fazer.

Os dez homens bebiam no bar todos os dias e pareciam muito felizes com o arranjo, até que um dia, o proprietário lhes fez uma oferta:

“Uma vez que vocês todos são tão bons clientes, eu vou reduzir o custo da cerveja diária de vocês em $20".

Assim, em vez de gastarem $100 por dia,as bebidas para os dez, agora custariam $80.

O grupo ainda queria manter a mesma estrutura de pagamento. os quatro primeiros homens não seriam afetados e continuariam a beber de graça mas, e os outros seis homens – os clientes que eram pagantes?

Eles então decidiram dividir os $20 de desconto, de modo que todos eles obtivessem sua “quota justa”. Calcularam que $20 divididos por seis(que eram os indivíduos pagantes) dariam $3,33 para cada um, mas se eles fossem subtrair esse valor da quota de cada um, o quinto e o sexto homens receberiam dinheiro para beber cerveja ao invés de pagar.

O proprietário vendo a confusão que causou, sugeriu que seria justo reduzir a conta de cada homem, proporcionalmente ao valor pago por cada um, e calculou as quantias que cada um deveria pagar.

E assim:
O quinto homem, agora, também não pagaria nada (100% de economia).
O sexto  pagaria $2 em vez de $3  (33% de economia).
O sétimo pagaria $5 em vez de $7  (28% de economia).
O oitavo pagaria $9 em vez de $12  (25% de economia).
O nono pagaria $14 em vez de $18  (22% de economia).
O décimo pagaria $49 em vez de $59 (16% de economia).

Verificando a quantia que, agora, iriam pagar, todos os seis pagantes saíram ganhando e a situação melhorou em visto do que pagavam antes.

Os quatro primeiros continuaram a beber de graça e, agora, tinha mais um, o quinto, que também beberia de graça. O negócio era bom para todos, porém,  quando saíram do restaurante, os homens começaram a comparar as suas economias.

Os quatro que bebiam de graça reclamaram que não receberiam nem um centavo dos $20 dados pelo do no do Bar.

- Mas vocês nunca pagaram nada e ainda vão continuar sem pagar, falou um deles.

- Não interessa! Nós só conseguimos esses desconto do dono do Bar porque consumimos essa quantidade todos os dias e, só consumimos essa quantidade todos os dias porque ajudamos no consumo, sendo assim, temos direito a uma parte do "bolo", disse, bravo, um dos não pagantes.

Neste instante, a conversa esquentou:

- Vocês nunca pagaram nada e agora querem receber para tomar cerveja? E eu, que sempre paguei, só ganhei $1 dos $20, declarou o sexto homem. Apontou para o décimo homem e emendou: - Ele está ganhando $10 neste acordo.

- Bom, se vamos pensar assim, eu também só ganhei $1, disse o quinto homem. É injusto ele ganhar dez vezes mais do que eu!

- É verdade! Gritou o sétimo homem. Porque ele deve receber de volta $10 e eu só recebo $2? Ele esta recebendo cinco vez a mais do que eu. Os ricos sempre levam todas as vantagens!

- Espere aí. vocês todos! Gritaram juntos os quatro primeiros homens :- Nós não estamos ganhamos nada. O sistema sempre explora os pobres!

Bom, nesse caus, quando o décimo homem foi fazer a sua colocação, os nove começaram a ofendê-lo. Chamaram-no de ladrão, aproveitador, usurpador, etc. Nesta hora, a amizade de tanto anos acabou. Rodearam o décimo e lhe deram
uma surra para que ele aprendesse a não fazer mais aquilo!

Na noite seguinte, o décimo homem não apareceu para beber! os outros nove deram de ombro e tomaram suas cervejas como de costume. Mas quando chegou a hora de pagar a conta, eles perceberam que não tinham nem a metade do dinheiro para pagar a conta.

Bom, é desse jeito que funciona nosso sistema tributário!

As pessoas que pagam os maiores impostos são as mais beneficiadas pelas reduções de taxas (quando há essas reduções de taxas), porém, também são as mais prejudicadas quando há um aumento destas taxas.

Agora, se "sobretaxarem" os que possuem mais dinheiro, simplesmente porque alguém ou um grupo os considera ricos, se atacarem esses, porque acham que recebem mais vantagens do "sistema", é provável que, uma hora ou outra, eles deixem de comparecer. Podem ir beber cervejas em outros bares com outras pessoas e, se for o caso, for o caso, podem ir beber cerveja no exterior, onde a atmosfera é sempre mais amigável.

Quando um grupo resolve que é necessário tirar "coisas" dos mais "abastados" para dar aos mais "carentes", sem é muito provável que esses mais "abastados", sentindo-se injustiçados, simplesmente parem de contribuir com o que já contribuem.

Para aqueles que entenderam, não é necessária nenhuma explicação! Porém, para aqueles que não entendem, nenhuma explicação é suficiente!...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Humilhação! Sempre uma má digestão... (Mortification and indigestion)



Custei a digerir o comentário, porém, em minha prosopopeia interna, que me informa, minuto a minuto, utilizando-se de seu rufar de sons grotescos, que algo já se encontra em processamento e cujo término não tarda, aguardo os resquícios do material não absorvido pelo tubo digestivo e,  envoltos na flatulência produzida pelos indóis, escatóis e tióis, juntamente com os sulfetos de hidrogênio, para devolvê-los, à natureza que alimentou esta minha indigestão "priméra"!




quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Conselhos de Polônio ( Polônio's Recommendation)

Em Hamlet, cena três do primeiro ato, cujo subtítulo conhecido é "Polônio aconselha seu filho Laertes".  Só a genialidade de Shakespeare seria capaz de eternizar um pequeno texto que estaria perdido no meio de sua obra, se fosse ele um autor comum, porém, como não o foi, segue abaixo a eternização. 

Tomando a tradução de Millôr Fernandes de Hamlet como base, temos o seguinte texto sintetizado e adaptado:

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Quando Laertes vai estudar em Paris,  Polônio, seu pai, apressa o filho e enquanto o acompanha rumo ao porto, passa a ele os conselhos de um pai amoroso para um filho querido:

- Não fale tudo o que pensas, nem ajas baseado em uma idéia idiota;
- Ouça a todos, mas fale pouco;
- Seja amistoso, mas nunca vulgar;
- Valorize os amigos que já tenhas colocado à prova e prenda-os a tua alma com grampos de aço;
- Não aplauda e nem festeje os jovens despreparados;
- Não entres em qualquer briga, mas entrando, faça com que seus inimigos o temam;
-  Escute todos, mas fale com poucos;
- Acolha a opinião de todos, mas decidas sozinho;
- Use roupas conforme a sua renda permita, mas não sejas extravagante. Podem ser ricas, mas não pomposas;
- O hábito releva o homem;
- Na França, pessoas de poder ou posição elevada se mostram distintas e generosas, somente pelas roupas que vestem;
- Não empreste e nem peça emprestado; quem empresta, perde o amigo e o dinheiro;
- Quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia;
- E, acima de tudo, seja fiel a ti mesmo e jamais serás falso com ninguém;

Adeus. Que minha bênção faça estes conselhos frutificarem em ti 
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